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terça-feira, 12 de julho de 2011

Gol contra no final dá a liderança ao Chile

Por João Oliveira
O Chile ganhou de presente uma importante vitória sobre o Peru, por 1 a 0, pela Copa América. E foi o próprio adversário quem entregou de bandeja aos chilenos os três pontos, após um gol contra de Aldo Corzo, aos 47 do segundo tempo. De quebra a equipe de Claudio Borghi ainda ficou com o primeiro lugar no grupo C, com sete pontos ganhos, se livrando de um duelo contra a Argentina nas quartas-de-final. Já os peruanos permaneceram com quatro pontos e se classificaram como um dos melhores terceiros colocados.
As duas equipes já entraram em campo classificadas. A única dúvida era saber em quais posições ficariam. Os dois treinadores resolveram poupar jogadores. O Chile só usou Valdívia e Alexis Sanchez no segundo tempo, enquanto o Peru sequer usou seu artilheiro Paolo Guerrero.
Chile e Peru fizeram mais uma partida fraca na Copa América

Com os dois times desinteressados, a partida foi bem morna, sem maiores emoções e grandes chances de gols pelos dois lados. Antes do gol da vitória chilena, no finalzinho do jogo, o principal lance havia sido o desentendimento entre Giancarlo Carmona e Beausejour, expulsos após trocarem empurrões.
O gol da partida saiu após uma cobrança de escanteio dos chilenos. Pouco antes da partida acabar o Peru ainda teve a chance de empatar o jogo, mas Miguel Pinto salvou o Chile, que agora enfrenta o segundo colocado do grupo B.
Ficha do jogo:
Chile: Miguel Pinto, Francisco Silva (Gary Medel), Waldo Ponce, Gonzalo Jara, Luis Jiménez, Carlos Carmona, Marco Estrada, Gonzalo Fierro (Alexis Sánchez), Jean Beausejour, Esteban Paredes (Jorge Valdivia) e Humberto Suazo. Técnico: Claudio Borghi
Peru: Salomón Libman, Santiago Acasiete (Walter Vilchez), Renzo Revoredo, Aldo Corzo, Giancarlo Carmona, Christian Ramos, Josepmir Ballón, Michael Guevara (Carlos Lobatón), Antonio González (André Carrillo), Raúl Ruidiaz, William Chiroque. Técnico: Sergio Marakarián
Gol: Corzo, contra, aos 47 do segundo tempo
Cartões amarelos: Corzo, Revoredo, Ramos, Libman (Peru); Estrada, Valdivia (Chile). Cartões vermelhos: Beausejour (Chile) e Giancarlo Carmona (Peru)

segunda-feira, 4 de julho de 2011

E no vira vira, Chile vence e assume a liderança do Grupo C

Por Claudia Magalhães,


Diante de uma Copa América onde os jogos em nada empolgam os torcedores, onde os gols e a vitórias não aparecem, posso dizer que Chile 2 x 1 México foi o melhor jogo que tivemos. E vale lembrar que tivemos que esperar 6 jogos para ver um time marcar 2 gols nesta Copa América.

Desde o início do jogo estava claro que a vitória seria do Chile. Os Chilenos já começaram para cima, sem medo, tocando a bola e se movimentando muito bem com o cobiçado Alexis Sánchez e as investidas de Isla no ataque. Tanto que logo aos 4'/1ºt após ótimo toque de Isla, Sánchez conclui errado.
Com Sánchez comandando as investidas, o time Chileno seguiu superior, mas perdendo boas oportunidades de abrir o placar. E em certos momentos dava para notar um certo nervosismo, pois mesmo tendo cerda de 70% de posse de bola, não conseguia transformar as jogadas em gols. E como tem aquela velha história de 'quem não faz leva' eis que aos 40º/1ºt o zagueiro Araujo, do México, aproveita a bobeira da zaga Chilena e sem sair do lugar apenas cabeceia para o fundo da rede do Claudio Bravo, que até então era um mero espectador da partida.


                                   Sánchez, o destaque da virada do Chile.

Já na segunda etapa, nada mudou. Chile seguiu partindo para cima não, e mesmo na tentativa de reforçar a marcação, os Mexicanos não conseguiam impor seu ritmo e assim o time Chileno continuou perdendo ótimas oportunidades, principalmente com Suazo, que brincou de perder gols.
Mas foi aos 15'/2ºt que a estrela do treinador Claudio Borghi brilhou, ele sacou o lateral Beausejau e colocou o atacante Paredes, que apenas 6 minutos depois de entrar, aos 21º/2ºt após escanteio, no bate rebate, recebe de Contreras para empurrar para o gol, fazendo assim Chile 1 x 1 México. Daí em diante o Chile conquistou uma segurança maior, em poucos momentos o México conseguia chegar e quando chegava não levava muito perigo.
 E aos 28'/2ºt que o Chile sacramentou sua vitória, em mais uma cobrança de escanteio, Vidal, aparece e cabeceia para fazer o segundo gol do time Chileno. E foi aí que o jogo melhorou. Chile partiu para cima, perdeu algumas oportunidades de ampliar o placar e o México acordou, conseguiu melhorar o toque de bola e assim chegar com perigo ao gol de Claudio Bravo, tanto que aos 44'/2ºt após confusão na area do Chile, quase que os Mexicanos empatam a partida, mas passado o susto, o arbitro Juan Soto encerra a partida que deu aos Chilenos a liderança do grupo C.

FICHA TÉCNICA:

Local: Estádio Bicentenário, em San Juan (ARG)
Árbitro:
Juan Soto (VEN)

GOLS:
Araujo, 40'/1°T (0-1); Paredes, 21'/2°T (1-1); Vidal, 27'/2°T (2-1).
Cartões amarelos:
Aquino, Reyes, Aguilar e Pacheco (MEX); Bravo (CHI).

CHILE: Bravo, Contreras, Ponce e Jara; Isla, Medel, Vidal, Beausejour (Paredes, 15'/2°T) e Fernandéz (Carmona, 38'/2°T); Sánchez e Suazo (Estrada, 46'/2°T). Técnico: Claudio Borghi.
GOLS:  Paredes, 21'/2°T ; Vidal, 28'/2°T.
Cartões amarelos:  Bravo.
Cartões vermelhos: --

MÉXICO: Luis Michel, Aguilar, Chávez, Araujo, López e Mier; Reyes e García; Aquino (Peralta, 27'/2°T), Giovani Dos Santos e Lugo (Pacheco, 43'/2°T). Técnico: Fernando Tena.
GOLS: Araujo, 40'/1°T
Cartões amarelos: Aquino, Reyes, Aguilar e Pacheco.
Cartões vermelhos: --

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Inimigo íntimo

Outra vez comandado por um argentino, Chile espera em Borghi para a Copa América


Por João Oliveira,
A Copa América será a primeira competição oficial de Carlos Borghi como treinador da seleção do Chile.  O argentino assumiu o posto do compatriota Marcelo Bielsa, que virou ídolo no país andino após classificar o time para a última Copa do Mundo.
O Chile apresentou um bom futebol na primeira fase do Mundial e chegou a dar trabalho para Brasil e Espanha. Porém a saída de “El Loco Bielsa” cria uma série de incertezas sobre o desempenho da equipe daqui para frente. Se repetir o que fez na última temporada vestindo a camisa da Udinese, o atacante Alexis Sanchez tem tudo para ser o grande destaque da seleção chilena.
Além de Sanchéz, que negocia com o Barcelona, e Valdívia, velho conhecido da torcida brasileira, Suazo e Matias Fernández também podem ajudar o Chile a fazer uma boa campanha. Veja os convocados:
Goleiros: Claudio Bravo (Real Sociedad-ESP), Miguel Pinto (Atlas-MEX) e Paulo Garcés (Universidad Católica);
Defensores: Pablo Contreras (PAOK Salónica-GRE), Gonzalo Jara (West Bromwich-ING), Waldo Ponce (Cruz Azul-MEX), Gary Medel (Sevilla-ESP), Arturo Vidal (Bayer Leverkusen-ALE) e Mauricio Isla (Udinese-ITA);
Meias: Carlos Carmona (Atalanta-ITA), Marco Estrada (Montpellier-FRA), Gonzalo Fierro (Flamengo), Jean Beausejour (Birmingham-ING), Rodrigo Millar (Colo Colo), Felipe Gutiérrez (Universidad Católica), Francisco Silva (Universidad Católica), Matías Fernández (Sporting de Lisboa-POR),  Jorge Valdivia (Palmeiras) e Luis Jiménez (Cesena-ITA);
Atacantes: Humberto Suazo (Monterrey-MEX), Alexis Sánchez (Udinese-ITA), Carlos Muñoz (Santiago Wanderers) e Esteban Paredes (Colo Colo).