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terça-feira, 12 de julho de 2011

Celeste vence o México e agora pega a Argentina

Por João Oliveira,
O Uruguai entrou em campo pressionado a fazer o mesmo que a rival Argentina fez. Vencer bem e convencer. Além de se classificar para as quartas-de-final da Copa América. A Celeste se impôs e merecia um placar maior do que o magro 1 a 0 sobre o México. Vale ressaltar a boa atuação de Diego Forlán, que comandou os uruguaios em campo, mas segue sem marcar gols na competição.
Foi o atacante do Atlético de Madrid que cobrou a falta que resultou no gol de Alvaro Pereira, aos 15 minutos de jogo. O gol deu tranqüilidade ao time uruguaio, que passou a dominar a partida até o seu final. A vitória deu o segundo lugar no grupo C ao Uruguai, que agora enfrenta a Argentina na próxima fase.
Uruguaios repetem comemoração de Bebeto na Copa de 94

A partir daí, o que se viu foi um jogo de ataque contra a defesa. O México não conseguia ser páreo para o Uruguai, que por outro lado esbarrava na ineficiência de seus jogadores para matarem a partida. Forlán tentou de todas as maneiras possíveis, mas não deixou o seu, mostrando que sua fase na seleção não é tão boa quanto a da Copa do Mundo de 2010.
O México teve a chance de estragar a festa charruá e tirar o Uruguai da segunda colocação. Um gol anulado, já no final do segundo tempo, por pouco não puniu a Celeste pelo excesso de gols perdidos. Essa foi a pior participação dos mexicanos na competição. A seleção Tricolor jamais havia sido eliminada na primeira fase de uma Copa América.
Ficha do jogo:
Uruguai: Fernando Muslera, Maxi Pereira, Diego Lugano, Sebastian Coates, Álvaro Pereira, Arévalo Rios, Diego Pérez, Cristián Rodríguez (Sebastián Eguren), Álvaro González (Nicolas Lodeiro), Diego Forlán (Loco Abreu) e Luis Suárez. Técnico: Óscar Tabárez
México: Luis Michel, Hiram Mier, Néstor Araujo, Héctor Reynoso, Paul Aguilar (Javier Aquino), Diego Reyes, Jorge Enríquez, Dárvin Chávez, Miguel Ponce (Édgar Pacheco), Giovani dos Santos (Oribelte Peralta) e Rafael Márquez.  Técnico: Luis Fernando Tena
Gols: Álvaro Pereira, aos 14 do primeiro tempo
Cartões amarelos: Aguilar, Reynoso, Rafael Márquez, Mier (México)

Gol contra no final dá a liderança ao Chile

Por João Oliveira
O Chile ganhou de presente uma importante vitória sobre o Peru, por 1 a 0, pela Copa América. E foi o próprio adversário quem entregou de bandeja aos chilenos os três pontos, após um gol contra de Aldo Corzo, aos 47 do segundo tempo. De quebra a equipe de Claudio Borghi ainda ficou com o primeiro lugar no grupo C, com sete pontos ganhos, se livrando de um duelo contra a Argentina nas quartas-de-final. Já os peruanos permaneceram com quatro pontos e se classificaram como um dos melhores terceiros colocados.
As duas equipes já entraram em campo classificadas. A única dúvida era saber em quais posições ficariam. Os dois treinadores resolveram poupar jogadores. O Chile só usou Valdívia e Alexis Sanchez no segundo tempo, enquanto o Peru sequer usou seu artilheiro Paolo Guerrero.
Chile e Peru fizeram mais uma partida fraca na Copa América

Com os dois times desinteressados, a partida foi bem morna, sem maiores emoções e grandes chances de gols pelos dois lados. Antes do gol da vitória chilena, no finalzinho do jogo, o principal lance havia sido o desentendimento entre Giancarlo Carmona e Beausejour, expulsos após trocarem empurrões.
O gol da partida saiu após uma cobrança de escanteio dos chilenos. Pouco antes da partida acabar o Peru ainda teve a chance de empatar o jogo, mas Miguel Pinto salvou o Chile, que agora enfrenta o segundo colocado do grupo B.
Ficha do jogo:
Chile: Miguel Pinto, Francisco Silva (Gary Medel), Waldo Ponce, Gonzalo Jara, Luis Jiménez, Carlos Carmona, Marco Estrada, Gonzalo Fierro (Alexis Sánchez), Jean Beausejour, Esteban Paredes (Jorge Valdivia) e Humberto Suazo. Técnico: Claudio Borghi
Peru: Salomón Libman, Santiago Acasiete (Walter Vilchez), Renzo Revoredo, Aldo Corzo, Giancarlo Carmona, Christian Ramos, Josepmir Ballón, Michael Guevara (Carlos Lobatón), Antonio González (André Carrillo), Raúl Ruidiaz, William Chiroque. Técnico: Sergio Marakarián
Gol: Corzo, contra, aos 47 do segundo tempo
Cartões amarelos: Corzo, Revoredo, Ramos, Libman (Peru); Estrada, Valdivia (Chile). Cartões vermelhos: Beausejour (Chile) e Giancarlo Carmona (Peru)

segunda-feira, 4 de julho de 2011

E no vira vira, Chile vence e assume a liderança do Grupo C

Por Claudia Magalhães,


Diante de uma Copa América onde os jogos em nada empolgam os torcedores, onde os gols e a vitórias não aparecem, posso dizer que Chile 2 x 1 México foi o melhor jogo que tivemos. E vale lembrar que tivemos que esperar 6 jogos para ver um time marcar 2 gols nesta Copa América.

Desde o início do jogo estava claro que a vitória seria do Chile. Os Chilenos já começaram para cima, sem medo, tocando a bola e se movimentando muito bem com o cobiçado Alexis Sánchez e as investidas de Isla no ataque. Tanto que logo aos 4'/1ºt após ótimo toque de Isla, Sánchez conclui errado.
Com Sánchez comandando as investidas, o time Chileno seguiu superior, mas perdendo boas oportunidades de abrir o placar. E em certos momentos dava para notar um certo nervosismo, pois mesmo tendo cerda de 70% de posse de bola, não conseguia transformar as jogadas em gols. E como tem aquela velha história de 'quem não faz leva' eis que aos 40º/1ºt o zagueiro Araujo, do México, aproveita a bobeira da zaga Chilena e sem sair do lugar apenas cabeceia para o fundo da rede do Claudio Bravo, que até então era um mero espectador da partida.


                                   Sánchez, o destaque da virada do Chile.

Já na segunda etapa, nada mudou. Chile seguiu partindo para cima não, e mesmo na tentativa de reforçar a marcação, os Mexicanos não conseguiam impor seu ritmo e assim o time Chileno continuou perdendo ótimas oportunidades, principalmente com Suazo, que brincou de perder gols.
Mas foi aos 15'/2ºt que a estrela do treinador Claudio Borghi brilhou, ele sacou o lateral Beausejau e colocou o atacante Paredes, que apenas 6 minutos depois de entrar, aos 21º/2ºt após escanteio, no bate rebate, recebe de Contreras para empurrar para o gol, fazendo assim Chile 1 x 1 México. Daí em diante o Chile conquistou uma segurança maior, em poucos momentos o México conseguia chegar e quando chegava não levava muito perigo.
 E aos 28'/2ºt que o Chile sacramentou sua vitória, em mais uma cobrança de escanteio, Vidal, aparece e cabeceia para fazer o segundo gol do time Chileno. E foi aí que o jogo melhorou. Chile partiu para cima, perdeu algumas oportunidades de ampliar o placar e o México acordou, conseguiu melhorar o toque de bola e assim chegar com perigo ao gol de Claudio Bravo, tanto que aos 44'/2ºt após confusão na area do Chile, quase que os Mexicanos empatam a partida, mas passado o susto, o arbitro Juan Soto encerra a partida que deu aos Chilenos a liderança do grupo C.

FICHA TÉCNICA:

Local: Estádio Bicentenário, em San Juan (ARG)
Árbitro:
Juan Soto (VEN)

GOLS:
Araujo, 40'/1°T (0-1); Paredes, 21'/2°T (1-1); Vidal, 27'/2°T (2-1).
Cartões amarelos:
Aquino, Reyes, Aguilar e Pacheco (MEX); Bravo (CHI).

CHILE: Bravo, Contreras, Ponce e Jara; Isla, Medel, Vidal, Beausejour (Paredes, 15'/2°T) e Fernandéz (Carmona, 38'/2°T); Sánchez e Suazo (Estrada, 46'/2°T). Técnico: Claudio Borghi.
GOLS:  Paredes, 21'/2°T ; Vidal, 28'/2°T.
Cartões amarelos:  Bravo.
Cartões vermelhos: --

MÉXICO: Luis Michel, Aguilar, Chávez, Araujo, López e Mier; Reyes e García; Aquino (Peralta, 27'/2°T), Giovani Dos Santos e Lugo (Pacheco, 43'/2°T). Técnico: Fernando Tena.
GOLS: Araujo, 40'/1°T
Cartões amarelos: Aquino, Reyes, Aguilar e Pacheco.
Cartões vermelhos: --

Uruguai é mais um favorito a tropeçar na estréia

Por João Oliveira,
Depois das fracas estréias de Argentina e Brasil, a grande esperança de um bom futebol na Copa América era o Uruguai, um dos três gigantes da competição. A boa atuação ficou só na vontade. Muito embora a Celeste tenha sido mais agressiva do que os maiores rivais, o empate em 1 a 1 com o Peru foi justo. Apesar do placar magro, os torcedores não podem reclamar dos dois gols do jogo. O primeiro veio após um lançamento espetacular de Guevara da intermediária de defesa peruana, que deixou Guerrero sozinho com o goleiro Muslera, após ganhar facilmente de Lugano na corrida. Já do lado uruguaio, Luís Suárez mostrou oportunismo, ao tocar na saída do goleiro, depois de receber ótimo passe de Lodeiro.
Desde o início as duas equipes deixaram suas estratégias bem claras. Com mais jogadores de qualidade e com um time bastante entrosado, o Uruguai teve amplo domínio de bola e pressionou o Peru em vários momentos. Já os peruanos superaram bem os importantes desfalques de Farfán e Pizarro (machucados, ambos ficaram de fora da competição). Com uma proposta de jogo bem definida, o Peru marcava bem na defesa, bloqueando o ataque adversário, e saía muito rápido no contra-ataque.
Cavani é marcado de perto por zagueiro peruano

Foi assim que saiu o primeiro gol da partida, aos 24 minutos. Após roubada de bola, Guevara lançou Paolo Guerrero, isolado no ataque até então. O atacante ganhou de Lugano, na velocidade, driblou o goleiro e tocou com tranquilidade para o findo do gol. Precisando do empate, o Uruguai pressionou bastante. Forlán cobrou duas faltas perigosas, que levaram perigo ao gol peruano.
Porém foi com a bola rolando que a Celeste empatou a partida. Lodeiro deixou o artilheiro Luís Suárez na cara do gol. O atacante do Liverpool não decepcionou e deixou a sua marca, no finalzinho do primeiro tempo.
O segundo tempo começou parecido com a primeira etapa. O Uruguai não parava de atacar. Enquanto o Peru esperava outro vacilo do adversário. A insistência charrua quase resultou num gol de Forlán, mas o atacante do Atlético de Madrid chutou por cima da meta, depois de receber um bom passe de Suárez. Do outro lado, Guerrero teve a chance de fazer seu segundo gol e matar o jogo, mas cabeceou para fora.
O empate foi melhor para o Peru, de quem se esperava menos na partida. Já o Uruguai não correspondeu às expectativas e foi mais um favorito a tropeçar na Copa América. Na próxima rodada o Peru encara o México, enquanto a Celeste mede forças com o Chile.
Uruguai: Muslera, Rodríguez, Victorino, Lugano e Cáceres; Pérez, Arévalo Ríos e Lodeiro (Cristian Rodríguez); Suárez, Forlán e Cavani (Abel Hernández).  T: Oscar Tabárez
Peru: Raúl Fernandez, Revoredo, Acasiete, Alberto Rodríguez e Vilchez; Balbín, Ballón, Guevara (Lobatón), Yotún (Vargas) e Advíncula (Chiroque); Guerrero. T: Sergio Markarián
Gols: Guerrero, aos 24, e Suárez, aos 45 minutos do primeiro tempo.
Cartões amarelos: Acasiete, Guerrero, Cruzado e Vargas (Peru); Cáceres (Uruguai).

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Desfalques atrapalham a vida dos peruanos

Seleção peruana sofre com principais jogadores contundidos


Por João Oliveira,
Repleto de desfalques, o Peru deposita todas as suas fichas no atacante Pablo Guerrero, do Hamburgo. O técnico Sérgio Marakián perdeu os medalhões Pizarro e Farfán por contusão. O meia do Corinthians Luís Ramírez também ficou de fora da Copa América por problemas médicos.
Sendo assim, a base da seleção peruana atua no futebol local e não deve oferecer muita resistência aos adversários, principalmente para Chile e Uruguai. Os 23 escolhidos de Marakián são:
Goleiros: Salomon Libman (Alianza Lima), Leao Butrón (San Martin) e Raúl Fernández (Nice-FRA);
Defensores: Renzo Revoredo (Universitario), Aldo Corzo (San Martin), Christian Ramos (Alianza Lima), Walter Vílchez (Sporting Cristal), Yoshimar Yotun (Sporting Cristal), Santiago Acasiete (Almería-ESP), Giancarlo Carmona (San Lorenzo-ARG) e Alberto Rodríguez (Sporting-POR);
Meias: Josepmir Ballón (San Martin), Adan Balbín (San Martín), Rinaldo Cruzado (Juan Aurich), Michael Guevara (Sport Boys), Carlos Lobatón (Sporting Cristal), William Chiroque (Juan Aurich), Antonio Gonzales (Universitario) e Juan Manuel Vargas (Fiorentina-ITA);
Atacantes: André Carrillo (Sporting-POR), Luis Advíncula (Sporting Cristal), Raúl Ruidíaz (Universitario) e Paolo Guerrero (Hamburgo-ALE).

México manda seleção de jovens para a Argentina

Campeã da Copa Ouro, seleção mexicana põe Copa América em segundo plano


Por João Oliveira,
Mais uma vez convidado pela CONMEBOL para participar da Copa América, o México chega à com um time sub-22, sem os jogadores campeões da Copa Ouro. Apenas cinco atletas com mais de 22 anos foram chamados. Nem o técnico será titular. O treinador José Manuel de La Torre fica em terras mexicanas, e que comanda a seleção na Argentina é o auxiliar Luis Fernando Tena.
Como se já não bastasse jogar sem a estrela do Manchester United, Javier Hernández “Chicharito”, o México ainda perdeu oito jogadores, cortados por indisciplina. Os atletas se envolveram em uma confusão, no último sábado, com garotas de programa num hotel em Quito, no Equador, logo após uma partida amistosa entre os mexicanos e a seleção da casa. Entre os excluídos está Jonathan dos Santos, do Barcelona B, irmão de Giovanni dos Santos e filho do brasileiro Zizinho.
Além de cortados da Copa América, os oito jogadores foram suspensos por seis meses da seleção “Tricolor” e terão que pagar uma multa de cerca de seis mil reais.
Com isso, Giovanni dos Santos, do Tottenham será o destaque do México, que não deve ser um convidado inconveniente. Confira a lista dos convocados:
Goleiros: Luis Ernesto Michel (Chivas), Liborio Sánchez (Querétaro) e Carlos Felipe Rodríguez (Monarcas Morelia);
Defensores: Kristian Alvarez (Chivas), Osvaldo Alanís (Estudiantes Tecos), Miguel Angel Ponce (Chivas), Darvin Chávez (Monterrey), Hiram Mier (Monterrey), Paul Aguilar (América-MEX), Néstor Araujo (Cruz Azul), Diego Reyes (América-MEX) e Héctor Reynoso (Chivas)
Meio-campo: Diego de Buen (Pumas), Ulises Dávila (Chivas), Edgar Pacheco (Tigres), Antonio Gallardo (Chivas), Carlos Orrantia (Pumas) e Jorge Enríquez García (Chivas)
Atacantes: Giovani Dos Santos (Totenham), Alan Pulido (Tigres), Oribe Peralta (Santos Laguna), Rafael Márquez (Monarcas Morelia) e Javier Aquino (Cruz Azul)

Inimigo íntimo

Outra vez comandado por um argentino, Chile espera em Borghi para a Copa América


Por João Oliveira,
A Copa América será a primeira competição oficial de Carlos Borghi como treinador da seleção do Chile.  O argentino assumiu o posto do compatriota Marcelo Bielsa, que virou ídolo no país andino após classificar o time para a última Copa do Mundo.
O Chile apresentou um bom futebol na primeira fase do Mundial e chegou a dar trabalho para Brasil e Espanha. Porém a saída de “El Loco Bielsa” cria uma série de incertezas sobre o desempenho da equipe daqui para frente. Se repetir o que fez na última temporada vestindo a camisa da Udinese, o atacante Alexis Sanchez tem tudo para ser o grande destaque da seleção chilena.
Além de Sanchéz, que negocia com o Barcelona, e Valdívia, velho conhecido da torcida brasileira, Suazo e Matias Fernández também podem ajudar o Chile a fazer uma boa campanha. Veja os convocados:
Goleiros: Claudio Bravo (Real Sociedad-ESP), Miguel Pinto (Atlas-MEX) e Paulo Garcés (Universidad Católica);
Defensores: Pablo Contreras (PAOK Salónica-GRE), Gonzalo Jara (West Bromwich-ING), Waldo Ponce (Cruz Azul-MEX), Gary Medel (Sevilla-ESP), Arturo Vidal (Bayer Leverkusen-ALE) e Mauricio Isla (Udinese-ITA);
Meias: Carlos Carmona (Atalanta-ITA), Marco Estrada (Montpellier-FRA), Gonzalo Fierro (Flamengo), Jean Beausejour (Birmingham-ING), Rodrigo Millar (Colo Colo), Felipe Gutiérrez (Universidad Católica), Francisco Silva (Universidad Católica), Matías Fernández (Sporting de Lisboa-POR),  Jorge Valdivia (Palmeiras) e Luis Jiménez (Cesena-ITA);
Atacantes: Humberto Suazo (Monterrey-MEX), Alexis Sánchez (Udinese-ITA), Carlos Muñoz (Santiago Wanderers) e Esteban Paredes (Colo Colo).

Celeste com brilho de campeã

Empolgado com os últimos resultados, Uruguai vê na Copa América a chance de voltar a ser campeão


Por João Oliveira,
Quarto colocado na última Copa do Mundo e de volta às Olimpíadas após ser vice-campeão do Sul-Americano Sub-20. Sem contar com o Peñarol, finalista da Libertadores desse ano. Os resultados recentes mostram o renascimento do futebol uruguaio. Depois de um passado com muitas glórias e um período grande como coadjuvante no cenário mundial, o Uruguai voltou. E mostra que pode conseguir mais.
Hoje a Celeste pode se gabar de jogar de igual para igual com qualquer seleção do mundo. O talento de Forlán, a juventude de Luis Suárez e Cavani, somados à experiência de Lugano e à personalidade de Loco Abreu fazem do Uruguai favorito ao título, coisa rara nos últimos anos.
Oscar Tabárez permaneceu no comando uruguaio após o Mundial e segue trabalhando forte não só no time principal, que hoje conta com uma estrutura sólida, mas também nas categorias de base, acompanhando de perto a evolução do futuro do futebol charruá.
Especialista em Copa América, o último título da Celeste na competição foi em 1995 e da última vez que o torneio foi disputado na Argentina, também deu Uruguai, em 1987. Motivos mais do que fortes para fazer os uruguaios terem vontade de voltar a levantar um caneco.
A lista para a Copa América é bem parecida com a da última Copa do Mundo. O principal desfalque é Jorge Fucile, cortado por lesão.
Goleiros: Fernando Muslera (Lazio-ITA); Juan Castillo (Colo Colo-CHI) e Martín Silva (Defensor);
Defensores: Diego Lugano (Fenerbahce-TUR), Diego Godín (At.Madrid-ESP), Mauricio Victorino (Cruzeiro), Martín Cáceres (Sevilla-ESP), Andrés Scotti (Colo Colo-CHI), Maxi Pereira (Benfica-POR) e Sebastián Coates (Nacional);
Meias: Álvaro Pereira (Porto-POR), Diego Pérez (Bologna-ITA), Egidio Arévalo Ríos (Botafogo), Walter Gargano (Nápoli-ITA), Sebastián Eguren (Sporting-POR), Álvaro González (Lazio-ITA), Cristian Rodríguez (Porto-POR) e Nicolás Lodeiro (Ajax-HOL);
Atacantes: Diego Forlán (At. Madrid-ESP), Edinson Cavani (Nápoli-ITA), Luís Suárez (Liverpool-ING), Sebastián Abreu (Botafogo), Abel Hernández (Palermo-ITA)