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quarta-feira, 24 de agosto de 2011

De olho no milésimo, Túlio quer fazer dupla com Jóbson no Bonsucesso

Por João Oliveira,
Na chegada ao Bonsuça, Túlio pediu a contratação de Jóbson

O Bonsucesso contratou o atacante Túlio Maravilha e segue em busca de nomes de peso para reforçarem a equipe na Copa Rio e no Campeonato Carioca do ano que vem. Além do lateral-esquerdo Athirson e do atacante Sávio, que seguem na pauta do clube, o presidente Zeca Simões garantiu que as portas do estádio Leônidas da Silva estão abertas para receber Jóbson.
O jovem jogador foi dispensado recentemente do Bahia, onde estava emprestado pelo Botafogo. O Alvinegro é dono dos direitos federativos do atleta, mas já avisou que não o quer de volta. e mesmo se quisesse não poderia, já que o atacante disputou mais de sete partidas pelo Tricolor Baiano neste Campeonato Brasileiro.
O leque de opções de Jóbson encolhe ainda mais tendo em vista que o jogador só pode jogar por clubes do Rio de Janeiro. Isso porque em 2011 ele já fez duas transferências interestaduais quando foi do Botafogo para o Atlético Mineiro e depois do Galo para o Bahia.
Além da vontade do presidente do clube da Leopoldina, Jóbson passou a contar com o apoio de outro ídolo botafoguense, Túlio Maravilha. Perguntado sobre a situação do problemático jogador, Túlio não quis criar polêmica, mas endossou as palavras do dirigente e abriu os braços para receber o atacante.
Vale lembrar que recentemente o Bonsucesso já deu chances a outro jogador que enfrentou problemas com álcool e drogas, o atacante Valdiram, que chegou a se destacar no Vasco da Gama e agora joga no Duque de Caxias, outro clube que aparece na lista de possíveis destinos do atacante.
Basta saber se o desejo de Túlio vai se concretizar e os dois vão mesmo formar uma dupla de ataque que já deve ter passado pela cabeça dos botafoguenses. Sem contar que Jóbson pode ajudar o veterano goleador a chegar perto da marca os mil gols e reeditar a parceria no próprio Botafogo em 2012, ano do prometido milésimo gol de Túlio Maravilha.

domingo, 21 de agosto de 2011

Freguês Mineiro

Por João Oliveira,
O Botafogo voltou a vencer o Atlético Mineiro e a encostar nos líderes do Brasileirão. O Glorioso já havia vencido o Galo fora de casa pela Copa Sul-Americana e provou não ter pena do técnico Cuca, ídolo da torcida alvinegra. A vitória por 3 a 1, válida pela 18ª rodada da competição, deixou o time da casa a apenas seis pontos do líder Corinthians, que perdeu em casa para o Figueirense. Esta foi a quarta vitória do Botafogo sobre adversários mineiros em quatro partidas. Na próxima quarta-feira o time volta  a enfrentar o Atlético pela Sul-Americana e precisa apenas de um empate para se classificar.
Sem os gringos Loco Abreu e Herrera, quem brilhou foi Felipe Menezes, que fez dois gols. Com 31 pontos, o Fogão se manteve na quinta colocação, mas acabou beneficiado pelo tropeço do Timão e pode continuar sonhando com o título. Além disso, a equipe do técnico Caio Júnior permanece na zona de classificação para a Libertadores.
O próximo compromisso do time de General Severiano pelo Brasileirão será no próximo sábado, contra o Fluminense no Engenhão. Já o Galo pega o arquirrival Cruzeiro, tentando escapar da zona de rebaixamento.

sábado, 13 de agosto de 2011

Botafogo curte os embalos de sábado à noite no Engenhão

Por João Oliveira,
A torcida do Botafogo viveu uma noite de diferentes emoções neste sábado no Engenhão. Da decepção de levar dois gols logo no início de jogo à euforia da virada, os Alvinegros tiveram um bom teste cardíaco e estão liberados para curtir a noite carioca após a partida. O Fogão venceu o América Mineiro por 4 a 2 e chegou ao G-4 do Brasileirão, com 28 pontos. O garoto Alex foi o destaque do jogo marcando dois gols.
Quase uma semana depois de atropelar o Vasco, o Botafogo teve dificuldades de vencer o América, mas acabou conseguindo a vitória. Foi o terceiro triunfo seguido do Glorioso enfrentando rivais mineiros. Na quarta-feira a equipe já havia vencido o Atlético em Minas. Pelo Brasileirão, o Cruzeiro também já foi batido e o Coelho completou a trinca de triunfos do time da Estrela Solitária. Agora os comandados de Caio Júnior se preparam para enfrentar o Internacional, quarta-feira no Beira-Rio. Já o América Mineiro, que permanece na lanterna da competição, recebe o São Paulo um dia depois.
Herrera mais uma vez não agradou a torcida

O Botafogo começou o jogo com um erro bisonho. Após cobrança de lateral, Marcelo Mattos se enrolou e quase fez contra. O goleiro Jeferson ainda salvou, mas a bola acabou sobrando para Alessandro, que só empurrou para o gol. Aos oito minutos o Coelho voltou a aprontar. Rodriguinho ampliou a vantagem mineira, aumentando a pressão sobre o Botafogo.
O placar desestabilizou o time Alvinegro, que não conseguia se organizar em campo. Somente aos 31 minutos do primeiro tempo o Botafogo diminuiu. Elkeson acertou um belo chute de fora da área e deu mais tranqüilidade ao time na volta do intervalo.
A segunda etapa foi totalmente diferente da primeira. Partindo para cima desde o início, o Botafogo pressionou e não deu chances do adversário voltar a assustar. Aos 16 minutos Antônio Carlos aproveitou uma bola levantada na área e empatou.
O gol da virada só veio aos 30 do segundo tempo. Alex, que havia entrado no início da etapa complementar, fez jogada individual pela direita e chutou para virar o jogo. Já no finalzinho da partida Cidinho foi derrubado na área. O próprio Alex bateu e fechou o placar. Depois da festa no Engenhão, o final de noite promete ser bastante animado para a torcida botafoguense.
Ficha do jogo:
Botafogo: Jefferson; Lucas, Antônio Carlos, Fábio Ferreira e Bruno Cortês; Marcelo Mattos, Renato, Maicosuel (Cidinho) e Elkeson; Herrera (Alex) e Loco Abreu (Felipe Menezes) Técnico: Caio Júnior.
América-MG: Neneca; Otávio (Eliandro), William Rocha e Gabriel Santos; Marcos Rocha, Dudu, Amaral, Rodriguinho e Gilson; Alessandro (Fábio Júnior) e Kempes (Netinho) Técnico: Givanildo Oliveira.
Gols: Alessandro, aos 2, Rodriguinho, aos 8, e Elkeson, aos 31 minutos do primeiro tempo; Antônio Carlos, aos 17 e Alex, aos 30 e aos 34 minutos do segundo tempo. 
Cartões amarelos: Renato, Elkeson (BOT), Amaral e Otávio (AMG)

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Botafogo atropela o Trem Bala

Por Daniela Caldeira,


Foi um desastre. Assim os vascaínos podem resumir o placar do jogo contra o Botafogo. Já os botafoguenses definem o resultado com uma palavra: chocolate.

Pois é. A páscoa já passou há algum tempo e o que se viu no Engenhão foi uma doce goleada para o lado alvinegro. O Botafogo começou o jogo mostrando a que veio e, logo aos nove minutos de bola rolando, o zagueiro Antônio Carlos marcou, em cobrança de escanteio.

Após o gol, o Vasco chegou a sentir o baque, mas tentou empatar o marcador. O Gigante da Colina até chegou a ameaçar, mas Jefferson segurava todas as bolas com firmeza. À essa altura, duas figuras contrastavam em campo: Marcio Careca, do Vasco, era vaiado pela torcida e seu setor era uma verdadeira avenida, fonte de jogadas perigosas a favor do Botafogo. E Cortês, também lateral canhoto, mas do alvinegro, jogava com desenvoltura, dando trabalho aos marcadores cruzmaltinos e passando com certa facilidade até mesmo por Dedé, zagueiro recém-convocado para a Seleção Brasileira.

Aos 27 minutos, após bela jogada de Cortês, Herrera chutou bola ao gol, mas Fernando Prass praticou a defesa. No rebote, Loco Abreu mandou para o fundo da rede, ampliando para seu time. O Vasco, em desvantagem no placar, não conseguia dar seqüência em suas jogadas ofensivas, errava passes e desperdiçava jogadas no ataque, já que Éder Luis não aparecia e Alecsandro estava lento e demorando a finalizar. Doze minutos depois, aos 39, outro gol de El Loco. Lucas avança pelo lado direito de ataque – o da avenida Marcio Careca, cruza, Prass de atrapalha e a bola sobra para Élkeson, que ajeita de cabeça para Loco, de primeira, marcar o terceiro gol do time de General Severiano.

Loco comemora um de seus gols

Primeiro tempo terminado, intervalo e os times voltaram a campo. Pelo lado do Vasco, uma alteração que fez a torcida vibrar mais do que em um lance de gol. Saiu Marcio Careca e entrou Juninho Pernambucano.  O ritmo da partida era mais calmo, mas as duas equipes arriscavam. Com 20 minutos, os botafoguenses começaram a gritar “Olé” e um minuto depois, Diego Souza recebeu cartão vermelho, dificultando tudo para o lado do time perdedor.

Até o final da segunda etapa, poucas chances para o lado do Vasco. Ao Botafogo, cabia administrar o resultado. Mas aos 46 minutos, em chute cruzado de Herrera, veio o decreto. Goleada humilhante para os vascaínos e sorriso no rosto dos botafoguenses.

Apesar da derrota, o Vasco continua no G-4, em quarto lugar. O Botafogo ocupa a sexta colocação.

FICHA TÉCNICA DA PARTIDA
Botafogo 4 X 0 Vasco
Local: Estádio do Engenhão, no Rio de Janeiro (RJ)
Árbitro: Marcelo de Lima Henrique
Cartões amarelos: Cortês, Elkeson (Botafogo); Dedé, Jumar, Diego Souza, Felipe (Vasco)
Cartão vermelho: Diego Souza (Vasco)
Gols:  Antonio Carlos, aos 9’ – 1ºT, e Loco Abreu, aos 27’ e 40’ – 1ºT; Herrera, aos 46’ – 2ºT
BOTAFOGO: Jéfferson; Lucas, Antônio Carlos, Fábio Ferreira e Cortês (Márcio Azevedo); Marcelo Mattos, Renato, Felipe Menezes (Lucas Zen) e Elkeson (Cidinho); Herrera e Loco Abreu
Técnico: Caio Junior
VASCO: Fernando Prass; Fagner, Dedé, Anderson Martins e Márcio Careca (Juninho Pernambucano); Jumar, Rômulo, Felipe (Leandro) e Diego Souza; Eder Luis (Julinho) e Alecsandro
Técnico: Ricardo Gomes

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Fogão é garfado mais uma vez em Floripa

Por João Oliveira,
A volta do Botafogo a Florianópolis foi traumática. Depois da eliminação e da pancadaria contra o Avaí, pela Copa do Brasil, o Fogão visitou o Figueirense pensando em embalar no Brasileirão, com a terceira vitória seguida. O adversário da vez não vencia há seis rodadas e parecia ser o rival perfeito para mais um triunfo botafoguense fora de casa. Só se esqueceram de combinar isso com o Figueira. Jogando no erro do Glorioso, a equipe de Jorginho venceu por 2 a 0.
Assim naquela partida contra o Avaí, o Botafogo volta para o Rio de Janeiro podendo reclamar de um erro da arbitragem. Quando perdia por 1 a 0 e tentava o empate, o Fogão teve marcado um pênalti inexistente contra si, convertido pelo Figueirense. O gol dificultou muito a vida do time da Estrela Solitária, mas não dá para negar que a equipe foi mal e não soube aproveitar o domínio do jogo.
Depois de uma trégua após duas vitórias seguidas, Caio Júnior volta a ficar no olho do furacão e vai precisar vencer o Vasco na próxima rodada para voltar a ter a confiança do torcedor alvinegro.
O Botafogo começou o jogo bem, com posse de bola, tomando a iniciativa, como se jogasse em casa. Porém o domínio não resultava em lances de perigo. Herrera e Maicossuel fizeram boas jogadas, mas não conseguiram finalizar. Por outro lado, o Figueirense marcava muito forte atrás, na esperança de encaixar um contra-ataque.
O primeiro gol do Figueira veio aos 17 minutos de jogo, de bola parada. Elias cobrou falta pela direita e Edson Silva subiu para marcar. O goleiro Jefferson subiu mal e facilitou as coisas para o adversário.
Com vantagem no placar, o time da casa se fechou ainda mais. Sem criatividade num meio-campo muito congestionado, o Botafogo tinha duas jogadas principais. Os cruzamentos na área procurando Loco Abreu e as tentativas de chutes de longe. Nenhuma delas surtia efeito.
O panorama seguiu assim até o final do primeiro tempo. Aos 39 minutos, o Glorioso sofreu outro duro golpe. O árbitro Wagner Reway deu um pênalti inexistente em Júlio César, do Figueirense, que se jogou dentro da área, sem ao menos ter sido tocado pelos zagueiros botafoguenses.
O próprio Júlio César bateu e ampliou para o Figueira. O técnico Caio Júnior começou o segundo tempo com uma substituição. Lucas no lugar do inoperante Alessandro. Apesar da pressão inicial, com chances perdidas por Herrera e Renato, o Botafogo não conseguiu diminuir o placar.
Antes dos quinze minutos do segundo tempo, Marcelo Mattos acertou o travessão do goleiro Wilson, que fez boa intervenção após boa jogada de Cortês.  Aos 20, uma esperança. Autor do primeiro gol do jogo, Edson Silva foi expulso, deixando sua equipe com um jogador a menos.
A expulsão não ajudou o Fogão, que seguiu dominando, mas sem objetividade. O time não soube aproveitar uma cobrança de falta em dois lances dentro da área do Figueirense. Perigo mesmo só aos 45 minutos, com Felipe Menezes, mas Wilson fez boa defesa. Para piorar, Maicossuel foi expulso infantilmente e desfalca o time no clássico contra o Vasco, domingo no Engenhão.
Ficha do Jogo:
Figueirense: Wilson; Coutinho (Roger Carvalho), Edson Silva, João Paulo e Juninho; Túlio (Jackson), Ygor, Elias, Maicon e Fernandes; Júlio César. Técnico: Jorginho
Botafogo: Jefferson; Alessandro (Lucas), Antônio Carlos, Gustavo e Cortês; Marcelo Mattos (Felipe Menezes), Renato, Elkeson e Maicossuel; Herrera e Loco Abreu. Técnico: Caio Júnior
Cartões Amarelos: Coutinho, Túlio, Edson Silva, Elias, Júlio César, Alessandro, Marcelo Mattos e Maicossuel.
Cartões Vermelhos: Edson Silva e Maicossuel

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Papai x Loco

Por Daniela Caldeira

O duelo era entre Cruzeiro e Botafogo, mas as atenções se voltavam para a disputa particular entre Joel Santana e Loco Abreu. Depois de três meses afastado do grupo por estar com o Uruguai na Copa América, o atacante retornou justamente contra o time comandando pelo seu ex-técnico, com quem não mantinha o melhor dos relacionamentos.

Loco Abreu voltou ao Botafogo e marcou seu gol


Dentro do campo, as ações começaram equilibradas, com o Botafogo um pouco melhor que o time celeste. As duas equipes erravam muitos passes e o cérebro cruzeirense, o argentino Montillo, não aparecia como de costume.

O Cruzeiro jogou boa parte do primeiro tempo recuado, tomando pressão do alvinegro carioca, e só na metade dele ofereceu perigo ao goleiro Jefferson, com Montillo e Leandro Guerreiro, ex-Botafogo. O jogou melhorou a partir daí e o time mineiro cresceu no jogo. O Botafogo tentava algo, mas esbarrava na retranca celeste. Aos 44 minutos, em jogada de Maicosuel, Herrera ficou com o rebote por muito pouco não abriu o marcador.

No segundo tempo, o Cruzeiro voltou com Roger no lugar de Gilberto e meia deu mais agilidade ao seu time. Os mineiros martelaram o time do Botafogo nos primeiros dez minutos de jogo, mas aos onze, ao receber um passe da esquerda, Loco Abreu mandou para o gol e abriu a contagem para os alvinegros. El Loco ainda assustou minutos depois, aos 16, quando de primeira, mandou para fora.

O jogo seguiu com passes errados em demasia e Joel Santana foi xingado pela torcida cruzeirense, impaciente, ao fazer substituições contestadas. Com algumas tentativas alvinegras e muito mais chances celestes, o jogo não mudou e o resultado seguiu estático, até o apito do árbitro. A torcida vaiou o time e o Botafogo, que não tinha nada a ver com isso, comemorou. Loco Abreu, o homem das cavadinhas, voltou e deu a vitória ao seu time.

O Botafogo é sexto colocado, enquanto o Cruzeiro ocupa a nona colocação na tabela do Brasileirão. A próxima partida do Botafogo será quarta-feira, às 19:30h, no Orlando Scarpelli, contra o Figueirense. Já o Cruzeiro, recebe o Flamengo, na Arena do Jacaré, na quarta-feira, às 21:50h.


Ficha técnica da partida
Cruzeiro 0 x 1 Botafogo
Local: Arena do Jacaré – Sete Lagoas – MG
Árbitro: Márcio Chagas da Silva
Gols: Loco Abreu (Botafogo) 11’ – 2°T
Cartões Amarelos: Gil e Wallyson (Cruzeiro) e Jefferson, Léo e Bruno Cortês (Botafogo)
Cartões Vermelhos: -

Cruzeiro: Fábio, Marquinhos Paraná, Gil, Naldo, Gilberto (Roger); Fabrício (Reis), Montillo, Everton, Leandro Guerreiro, Ortigoza (Sebá), Wallyson.
Técnico: Joel Santana

Botafogo: Jefferson, Alessandro, Antônio Carlos, Gustavo, Élkeson (Léo), Bruno Cortês; Herrera (Felipe Menezes), Marcelo Mattos, Renato, Maicosuel, Loco Abreu.
Técnico: Caio Junior

terça-feira, 26 de julho de 2011

A nova cavadinha do Loco

Por Daniela Caldeira


Confesso que fiquei chocada com a cena. Seleção Uruguaia campeã da Copa América, jogadores festejando, tudo muito digno. Festa bonita, merecida. O Uruguai vinha bem desde a Copa do Mundo, em 2010 e o Paraguai não merecia ganhar, pois chegou até a final sem ganhar uma partida sequer.

Aí, na comemoração, vemos de tudo um pouco. Torcedores com bandeiras amarradas nos corpos, cabeças e cabelos pintados nas cores do país, jogadores cantando músicas com a torcida, vestiário em polvorosa, atletas pulando uns por cima dos outros e Loco Abreu de sunguinha fio-dental. Como assim? Exatamente assim. Sebástian Abreu, uruguaio conhecido da galera botafoguense e muito querido aqui, na euforia da comemoração, fez uma dancinha atrás de Forlán, no vestiário e, vindo de ré para as câmeras, eis que reparamos que sua sunga estava mais cavada do que o normal. A sunga era azul e o bumbum bem branquinho. Nada mais patriota.

El Loco, de fato


Foi a cena mais bizarra que testemunhei nos últimos tempos. Quando achamos que já vimos tudo, descobrimos que ainda temos mais coisas para ver. Loco Abreu é mesmo folclórico e óbvio que não liga para as zoações, pois já tem a consciência de que essa imagem rodou o mundo. E ele que esteja preparado, pois quando voltar ao Botafogo, as brincadeiras serão inevitáveis. Ah, se essa moda pega... Também imaginou o Beckham fazendo isso? Você não foi a única! Mas, em contrapartida, vai que o Lúcio também adere? Melhor não, né...

domingo, 24 de julho de 2011

Fogão perde para o Atlético em Curitiba

Por João Oliveira,
Depois de 10 jogos sem vitórias, o Atlético Paranaense enfim venceu. Azar para o Botafogo, que além de perder para o lanterna do Brasileirão já amarga quatro partidas sem vencer. O Alvinegro agora espera o retorno de Loco Abreu, que disputou a Copa América pela seleção uruguaia.
As duas equipes começaram errando muitos passes e a bola não chegava em boas condições aos atacantes. O jeito era arriscar de fora da área. O Furacão usou desse artifício pelo menos três vezes, porém sem muito perigo. O Botafogo tinha dificuldades principalmente na hora da conclusão a gol.
Numa das poucas bolas que recebeu na área, o atacante uruguaio Morro Garcia aproveitou bem o passe de Kléberson e abriu o placar, aos 39 minutos de jogo. O gol animou o Atlético, que por pouco não ampliou, com o próprio Gracia, antes do final do primeiro tempo.
O Botafogo voltou do intervalo disposto a igualar o marcador. Nos 20 primeiros minutos o Fogão quase marcou com Maicossuel, Renato e Elkeson. O Alvinegro não soube aproveitar o bom momento na partida e perdeu a chance de empatar.
Melhor para o time da casa, que fez 2 a 0 com Morro Garcia, de novo. O avante estrangeiro aproveitou uma bobeada de Jefferson e garantiu a vitória do Atlético. O Glorioso ainda diminuiu com Alex, mas não tinha mais forças para empatar.
Pressionado pelos maus resultados, o Botafogo recebe o Avaí, na próxima quinta-feira no Engenhão. O técnico Caio Júnior pode contar com a volta de Loco Abreu, mas não vai ter Marcelo Mattos e Antônio Carlos, suspensos.

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Botafogo perde para o Corinthians e se afasta do G-4

Por João Oliveira,
O Engenhão deve ter feito falta ao Botafogo contra o Corinthians. O Estádio João Havelange está recebendo competições dos Jogos Mundiais Militares, então as duas equipes se enfrentaram em São Januário. O Timão parecia estar em casa. Venceu por 2 a 0 e poderia fazer mais. Jogando muito mal, o Fogão viu o G-4 ficar mais longe e o técnico Caio Jr. Teve que ouvir a torcida chamando o nome de Cuca.
Enquanto a crise já ronda os portões de General Severiano, no Corinthians o clima é de festa. Foi a nona vitória do time de Tite em 10 jogos. A equipe disparou na liderança do campeonato e mostrou que quem quiser mudar esse quadro é melhor que comece logo. A distância do líder para o segundo colocado, o São Paulo, já é de sete pontos.
Apesar de ficar mais com a bola, o Botafogo não conseguiu furar o sistema defensivo adversário e claramente sentia a falta de um homem de referência na área. Do lado corinthiano, Jorge Henrique, William e Liédson davam trabalho. E foi o atacante luso-brasileiro quem abriu o placar, já no finalzinho do primeiro tempo.
Mais equilibrado e com vantagem no marcador, o Corinthians dominou a partida na segunda etapa. William parou em Jefferson e Emerson ficou no travessão, depois de driblar o goleiro. A tampa do caixão alvinegro só foi fechada por Paulinho, já aos 48 do segundo tempo, sepultando qualquer chance de reação do Botafogo.

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Com nome de protagonista de novela mexicana, o goleiro Milton Raphael faz sucesso com as meninas

Por Claudia Magalhães,

Quem esteve no CT do Zico ontem para ver o treinamento do Botafogo teve uma surpresa, afinal, na estréia do volante Renato aos treinamentos pelo alvinegro quem acabou roubando a cena foi o jovem goleiro Milton Raphael.
O goleiro de apenas 20 anos, desconhecido por muitos, mas reconhecido pelas meninas como ‘goleiro-galã’  é mais que um rostinho bonito, em 2010 disputou diversos jogos pela seleção sub 20, e no início deste ano fez parte do time campeão do Sulamericano sub 20 disputado no Peru, que garantiu a vaga do Brasil nas Olímpiadas 2012.
Milton Raphael
               
No fim do treinamento, Milton, que deixou as meninas presentes no  em frisson, atendeu prontamente a todas que queriam uma foto, um abraço e uma palavra com o novo galã do futebol brasileiro.
Bem vamos combinar que no quesito beleza, ele é muiiiiitooooo melhor que Neymar, que atualmente deixa as meninas enlouquecidas.

domingo, 10 de julho de 2011

Quase deu, Fogão!

Por: Daniela Caldeira

Fahel fez um gol contra seu ex-clube




O Bahia era o dono da casa, o Botafogo era o visitante, o estádio era o Pituaçú, mas o alvinegro estava muito à vontade. No início da partida, só o time carioca oferecia perigo e a defesa baiana teve trabalho. Quando o Bahia chegava ao ataque, não conseguia assustar e errava passes.

Logo aos 7 minutos do primeiro tempo, após passe de Alessandro, Herrera mandou uma bomba para o gol, mas Marcelo Lomba defendeu. O jogo foi muito truncado, com jogadas bem disputadas. Na metade da primeira etapa era nítida a vantagem do Botafogo sobre o dono da casa. Aos 25 minutos o Bahia criou uma oportunidade, com Lulinha, mas o árbitro Leandro Vuaden assinalou impedimento. Aos 27 minutos, Marcone fez boa jogada, passando por dois adversários, mas bateu mal na bola, que saiu pela linha de fundo. O Botafogo devolveu a ameaça, aos 29 minutos, com jogada de Maicosuel pela direita. O Mago sofreu falta, que Élkerson cobrou. Na jogada, gol do Fogão, inaugurando o placar do Pituaçú. O tricolor baiano seguiu errando muitos passes e ainda levou um susto aos 37 minutos, quando Herrera, sozinho, mandou uma bola na trave. Com a vantagem, o alvinegro só administrou o resultado até o intervalo.

No segundo tempo, o panorama da partida mudou. O Bahia voltou para a partida decidido a ganhar o jogo. O time criou bastante oportunidades, mas a defesa do Botafogo estava atenta. Aos 7 minutos, depois de cobrança de escanteio de Maicosuel, Herrera finalizou de cabeça e a bola resvalou o travessão. Mas aos 8 minutos, chumbo grosso na área do Fogão. Gabriel subiu pela direita, cruzou para Júnior,q eu após falha de Antônio Carlos chutou para o gol. Renan defendeu, a bola sobrou para Lulinha e ele chutou para fora.

Só aos 29 o jogo voltou a ter uma emoção, em chute de Maicosuel e boa defesa de Marcelo Lomba. E aos 32 minutos, Fahel, ex-Botafogo, de cabeça, empatou para o Bahia. A torcida do Bahia começou a fazer pressão, cantando bastante, mas p Botafoo não se intimidou. Com 36 minutos da etapa derradeira, Fábio Ferreira, o zagueiro dos cabelos diferentes, puxou um contra-ataque e deu passe para Maicosuel, que fez Lomba trabalhar.  A bola sobrou para Herrera, que tentou finalizar mas foi travado pela defesa adversária. No final do jogo, aos 43 minutos, novo susto. Gabriel entrou pela esquerda, chutou forte e Renan foi na bola, que bateu na rede, pelo lado de fora. O jogo se encaminhou para o final, sem nenhuma surpresa maior.  O empate acabou sendo o melhor resultado, o mais justo, já que na primeira etapa o Botafogo se saiu melhor e no segundo tempo o Bahia teve bem mais volume de jogo que o rival carioca.

Ficha técnica da partida:
Bahia 1 x 1 Botafogo
Local: Estádio Pituaçú
Árbitro: Leandro Vuaden
Gols: Herrera 30’ – 1º T (Botafogo) e Fahel 32 – 2º T (Bahia)
Cartões Amarelos: Somália e Márcio Azavedo (Botafogo); Lulinha, Marcone e Titi (Bahia)
Cartões Vermelhos: -

Bahia: Marcelo Lomba, Jancarlos, Paulo Miranda, Titi, Marcos (Maranhão / Rafael); Fahel, Marcone, Diones, Ricardinho (Gabriel); Junior e Lulinha.
Técnico: René Simões

Botafogo: Renan, Antônio Carlos, Fábio Ferreira, Lucas Zen; Alessandro, Somália (Léo), Araruama, Maicosuel, Márcio Azevedo (Thiago Galhardo); Élkeson e Herrera (Caio).
Técnico: Caio Junior

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Botafogo tropeça deixa escapar vaga no G-4

Por João Oliveira,
Depois de vencer o São Paulo em pleno Morumbi na última rodada, o Botafogo recebeu o Atlético-GO precisando de uma vitória para se garantir na vice-liderança da competição. O Fogão até que começou na partida, com um gol de Herrera, logo aos quatro minutos de jogo. Mas a alegria alvinegra durou pouco. Anselmo empatou dez minutos depois.
O empate frustrou a torcida, que vaiou o time, principalmente Lucas Zen e o eterno perseguido Alessandro. Além de saírem vaiados, os jogadores agora vão precisar recuperar os pontos perdidos no Engenhão fora de casa, contra o Bahia, no próximo domingo. Já o Dragão tem parada duríssima na próxima rodada, quando pega o líder Corinthians no Serra Dourada.

Botafogo tropeça no Engenhão


O gol de Herrera saiu após uma falha de Bida, que cortou uma bola errado. O atacante argentino dominou dentro da área e abriu o placar. Aos nove minutos Herrera teve chance de ampliar o marcador, mas cabeceou por cima da meta. O ditado “quem não faz, leva” foi seguido a ferro e fogo pelo Atlético-GO. Thiago Feltri cruzou e Anselmo subiu no meio da zaga botafoguense e empatou de cabeça.
Satisfeito com o resultado, o time visitante se fechou na defesa e se limitou a evitar o segundo gol do Botafogo. O Glorioso foi para cima, mas não conseguia penetrar na zaga adversária. O placar que já era ruim poderia ter ficado pior para a equipe de Caio Júnior, que deve estar agradecendo até agora a Rafael Cruz, que perdeu um gol feito no final do primeiro tempo.
Sem Everton, que saiu machucado, Caio Júnior colocou o jovem Cidinho, aos 20 do segundo tempo. O jogador deu mais velocidade ao time e ajudou o Botafogo a tomar conta de novo do jogo. O Alvinegro mostrou mais uma vez que sente a falta de Loco Abreu. Sem referência na área, as jogadas criadas eram neutralizadas facilmente pela zaga. O Glorioso sofreu também com o mau desempenho de Elkesson e Maicossuel, que não conseguiram repetir a atuação do jogo contra o São Paulo.
O Botafogo agora é o sexto colocado na tabela, com 15 pontos, e luta com Palmeiras, São Paulo e Flamengo para voltar ao G-4.