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quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Ronaldinho de volta à Seleção

Por João Oliveira,
Ele voltou

O que muitos pediram aconteceu: Ronaldinho Gaúcho foi convocado para a Seleção Brasileira. Não dá para negar que o Gaúcho merecia essa convocação e vem jogando muita bola para isso. O problema é que o chamado vem logo num momento de definição do Brasileirão e os rubro-negros já começaram a chiar. Na verdade a torcida do Flamengo andava muito dividida nesses dias pré-convocação. Enquanto viam a volta do craque ao time canarinho como motivo de orgulho pela boa fase da equipe da Gávea, o medo de Ronaldinho desfalcar Mengão logo na partida decisiva com o Corinthians, dia 7 de setembro, pelo segundo turno do Brasileirão era grande.
Para aliviar um pouco a situação e diminuir a reclamação rubro-negra, a CBF resolveu mexer na data do amistoso contra Gana, que originalmente seria contra o Egito. O jogo foi antecipado do dia 6 para o dia 5 de setembro, dando uma margem para que Ronaldinho e Ralf, do Corinthians, que também foi convocado, possam voltar a tempo do jogão. A expectativa é que os jogadores se apresentem no dia 30 de agosto. Nesse caso perderiam as rodadas dos dias 31 desse mês e 4 de setembro. O Flamengo perderia Ronaldinho nos confrontos com Avaí, fora e Bahia, no Engenhão. Enquanto o Corinthians teria o desfalque de Ralf contra Grêmio, no Pacaembu, e Coritiba, fora de casa.
Polêmicas à parte, a convocação de Ronaldinho acabou ofuscando outra volta importante na Seleção, O lateral-esquerdo Marcelo, do Real Madrid, também está na lista depois de muita confusão envolvendo o seu nome. O ex-jogador do Fluminense teria simulado uma lesão para não enfrentar a Escócia, em março, para se reapresentar ao clube espanhol. A história ficou muito mal contada e não agradou o técnico Mano Menezes, que acabou tendo que convocar o jogador diante das péssimas atuações de André Santos, que sequer foi convocado. A posição de lateral reservou outra surpresa: Danilo, do Santos, que entra na vaga de Maicon, que vai precisar passar por uma cirurgia no joelho.
Outro que volta a ter uma chance na Seleção é o atacante Hulk, do Porto. Depois de uma temporada espetacular, ficava até difícil entender as convocações do apagado Fred, que ficou de fora dessa vez, em detrimento ao jogador com nome de super herói.
Dos cariocas, Dedé, do Vasco, foi chamado de novo, assim como Jefferson, do Botafogo, que agora briga por vaga com Júlio César e Fábio. O goleiro Victor, do Grêmio, ficou de fora da lista.
Confiram os escolhidos de Mano Menezes para enfrentar Gana:
Goleiros: Julio César (Inter de Milão); Fabio (Cruzeiro) e Jefferson (Botafogo)
Zagueiros: Lúcio (Inter de Milão); Thiago Silva (Milan); David Luiz (Chelsea) e Dedé (Vasco)
Laterais: Daniel Alves (Barcelona); Danilo (Santos); Marcelo (Real Madrid) e Adriano (Barcelona)
Meio-campistas: Lucas Leiva (Liverpool); Ralf (Corinthians); Luiz Gustavo (Bayern de Munique); Elias (Atlético de Madri); Paulo Henrique Ganso (Santos); Lucas (São Paulo) e Fernandinho (Shakhtar)
Atacantes: Alexandre Pato (Milan); Robinho (Milan); Neymar (Santos); Hulk (Porto); Ronaldinho Gaúcho (Flamengo) e Leandro Damião (Inter)

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Brasil segue sem vencer clássicos na Era Mano

Por João Oliveira,
Depois da má campanha na Copa América a Seleção Brasileira voltou a decepcionar. O time de Mano Menezes perdeu por 3 a 0 o amistoso contra a Alemanha, em Stuttgart. Sob o comando do ex-treinador do Corinthians, o Brasil não teve bons resultados contra adversários fortes. Além da derrota para os alemães, a equipe ainda perdeu para França e Argentina, além de empatar com a Holanda.
Mano surpreendeu na escalação ao barrar Paulo Henrique Ganso para a entrada de Fernandinho. O volante Ralf, estreante na Seleção, foi outra surpresa e já chegou como titular. Cercado de muita pressão, o time Canarinho entrou em campo cauteloso, mais preocupado em marcar o time alemão do que em atacar o adversário.

Apesar de alguns sustos, a estratégia deu certo no primeiro tempo, que terminou 0 a 0. Os gols ficaram para a segunda etapa. Aos 13 minutos, Lúcio fez pênalti em Kroos. Schweinsteiger cobrou bem a abriu o placar.
Aos 21 minutos, Götze fez 2 a 0 para o time da casa. A Alemanha jogava muito melhor e todos já acreditavam que o jogo se encaminhava para uma goleada. Aos 25, Daniel Alves sofreu pênalti e Robinho descontou para os brasileiros.
A reação brasileira durou pouco. Faltando pouco mais de 10 minutos para o fim da partida, a Alemanha fez 3 a 1, após falha de André Santos. No apagar das luzes, Neymar acertou um chute de longe e diminuiu o placar, que poderia ter sido mais elástico.
Os próximos amistosos da Seleção serão contra a Argentina, nos dias 14 e 28 de setembro. Antes disso, entre os dias 2 a 6 também de setembro, a equipe deve jogar outro amistoso, ainda sem adversário definido.
Já nos outros amistosos de seleções disputados hoje, a Itália venceu a Espanha por 2 a 1, na partida que marcou a estréia de Thiago Alcântara pela Fúria. França e Chile empataram por 1 a 1l. Inglaterra e Holanda jogariam em Wembley, mas a partida foi cancelada devido à onda de violência que acontece na capital inglesa.

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Boa, meninos!

Por Daniela Caldeira

O jogo entre Brasil e Áustria, válido pelo Mundial sub- 20 da Fifa, começou truncado, com muitas faltas. E bem no início, aos doze minutos, a Seleção Canarinho sofreu uma baixa. O lateral-esquerdo Alex Sandro sentiu a mesma lesão que o afastara do primeiro jogo do Mundial, contra o Egito. Gabriel Silva entrou em seu lugar e deu conta do recado. O canhoto criou as melhores chances brasileiras na primeira etapa.  Aos 26 minutos, Casemiro mandou boa oportunidade por cima do gol austríaco. Já aos 37 minutos, novamente pela esquerda, Oscar tabelou com Philippe Coutinho e o meia cruzou para Henrique, na área, colocar a bola no fundo da rede do goleiro Radlinger. A pressão continuou e para fechar a primeira etapa, Henrique ainda teve tempo de mandar uma bola no travessão.

Henrique comemora seu gol, o primeiro da partida

No segundo tempo, o time verde e amarelo precisou de sete minutos para garantir a vantagem. Danilo sofreu pênalti, que Philippe Coutinho bateu. Diferente dos colegas da Seleção “grande”, Coutinho bateu e fez. E o ex-vascaíno seguiu ditando o ritmo da partida, com bons passes e toques, como aos 18 minutos, quando tocou de calcanhar para o volante Casemiro, que passou para Willian com mamão e açúcar. O atacante não fez desfeita e fechou o resultado.

Detalhe da camisa de Coutinho, autor do segundo gol


O Brasil é primeiro colocado do Grupo E, com quatro pontos, na frente do Egito - que também venceu o Panamá em seu segundo confronto, apenas pelo saldo de gols.

Ficha técnica da partida
Brasil 3 x 0 Áustria
Local: Estádio Metropolitano Roberto Meléndez – Colômbia
Árbitro: Mark Geiger (EUA)
Gols: Henrique (Brasil), aos 37’ – 1ºT, Philippe Coutinho (Brasil), aos 7’ – 2ºT e Willian (Brasil), aos 18’ – 2ºT
Cartões Amarelos: Juan (Brasil) e Windbichler (Áustria)
Cartões Vermelhos: -

Brasil: Gabriel; Danilo, Bruno Uvini, Juan e Alex Sandro (Gabriel Silva); Fernando, Casemiro, Oscar e Philippe Coutinho; Willian José (Dudu) e Henrique (Negueba).
Técnico: Ney Franco.                    

Áustria: Radlinger; Windbichler, Dilaver, Schimpelsberger e Rath; Kainz; Gucher (Mitrovic), Farkas, Klem e Ziegl (Teigl); Weimann (Zulj).
Técnico: Andreas Heraf

segunda-feira, 18 de julho de 2011

O Sapatazo

Por Daniela Caldeira,


Quando a Argentina perdeu a partida para o Uruguai, anteontem, e foi eliminada da Copa América, muitos fizeram alusão à decisão da Copa de 50, no Maracanã. Em solo canarinho, o Brasil também perdeu para a Celeste por 2 x 1 e chamaram o episódio de “Maracanazo”. Já os hermanos, jogando no “Cemitério dos Elefantes”, tiveram seu fracasso apelidado de “Elefantazo”.

Os brasileiros não perderam a oportunidade de fazer piadinhas, mas o que a maioria estava esquecendo era de que a nossa seleção jogaria no dia seguinte e o nosso futebol estava longe de ser uma maravilha. E eis que o dia chegou e a partida contra o Paraguai foi dureza. Nossos principais jogadores estavam em outro planeta, porque em campo eles não entraram. O jogo ficou dramático e zerado e a partida se encaminhou para a prorrogação. Nada mudava e a decisão por pênaltis se desenhava. Com a consolidação das penalidades, o Brasil escolheu seus batedores: Elano, Thiago Silva, André Santos, Fred e Robinho.

E o que se viu na seqüência foi inacreditável. Seria melhor ter disputado par ou ímpar, zerinho ou um, palitinho...Nada seria pior do que o que aconteceu. Foram quatro jogadores brasileiros a realizarem as cobranças. Elano foi o primeiro. Isolou. Mas a bola foi tão longe, que o chute de Roberto Baggio em 94 foi fichinha. Depois, Thiago Silva. O zagueiro, um bom batedor, até chutou na direção do gol, mas bateu mal e facilitou a defesa do goleiro paraguaio. Em seguida, André Santos foi para a bola. Pífio. O chute também passou muito acima do gol e o lateral culpou os buracos que existiam no campo. Quando Fred foi para a bola para efetuar a quarta cobrança, ainda havia uma pontinha de esperança, já que dois jogadores do Paraguai desperdiçaram suas penalidades. Mas para que fazer um gol, né?! Fred seguiu no ritmo de seus colegas e chutou bisonhamente para fora, à direita da meta adversária. E assim se encerrou a participação verde e amarela na Copa América. Ridiculamente.

Não sou do tipo corneteira, não gosto de ficar falando de um assunto só porque não houve êxito. Mas a bem da verdade é que essa seleção teve muita badalação e pouco futebol. Muitos estilos, muitos cabelos diferentes, bonés com abas para trás, para o lado, no melhor estilo “malandrinho”, óculos modernosos. Jogadores super conectados em todas as mídias, “twitando” todos os dias, desfilando marcas famosas, fazendo propaganda de todos os tipos de produtos. Nas telas, de um modo geral, todos apareciam muito bem, obrigado. Exceto quando apareciam com a bola nos pés. 


O Brasil não fez uma partida convincente em toda a Copa América. A vitória por 4 a 2 em cima do Equador não pode e nem deve servir como parâmetro para nada. As atuações individuais ficaram muito aquém de toda e qualquer expectativa. Muito foi falado, antes do início da competição, sobre o duelo entre Messi e Neymar. E se o argentino teve lá sua dificuldade em aparecer, o brasileiro só aparecia, de verdade, pelo seu cabelo. O Brasil tropeçou no seu próprio pé. Ou melhor, o Brasil caiu do salto de seu sapato, que não era pequeno. 


Como bem disse o capitão e zagueiro da Seleção, Lúcio, “o escudo que vem a frente da camisa tem que ser mais importante do que o nome que vem atrás”. Em um primeiro momento, isso pareceu ter sido assimilado. Mas viu-se que não. E se esse grupo que está aí – claro que até lá haverá mudanças-, for a base para a Copa de 2014, é melhor abrir o olho: se uma seleção brasileira não se saiu bem diante de adversários relativamente fracos, como as seleções da América do Sul, o que esperar do confronto com seleções mais fortes? Se o salto não quebrar logo, a caminhada será muito difícil.

Após vexame, as desculpas.

Por João Oliveira,

Buraco, falta de sorte, goleiro adversário inspirado. O dia seguinte à vergonhosa eliminação da Seleção Brasileira na Copa América foi repleto de desculpas. As más condições do campo e o azar serviram de saída para a maioria dos jogadores, que ensaiaram um discurso de que o time jogou melhor e só saiu por obra do destino.

Paraguaios comemoram enquanto os brasileiros observam desolados


A Seleção de Mano Menezes não demonstrou padrão tático, tampouco vontade de tentar algo diferente e fugir das marcações adversárias. A favor do treinador está a sua disposição de ouvir e acatar os pedidos da torcida. Neymar, Ganso, Lucas, todos os queridinhos da galera estiveram em campo e tiveram a chance de mudar o destino brasileiro na competição sul-americana.
Entre os preteridos, nenhum jogador que ficou de fora e despertou a fúria da galera. A única unanimidade seria Marcelo, mas o lateral-esquerdo do Real Madrid teve problemas de comportamento e não mostrou maior interesse em se enquadrar para fazer parte do grupo.

O sinal de alerta está ligado. Apesar de acertar na montagem da base da equipe, Mano precisa fazer seus jogadores atuarem como um time e não como um bando, sem saber o que fazem em campo. Além de ter que repensar algumas apostas suas, como Jádson e André Santos.
Para dar uma ajudinha ao treinador gaúcho, preparamos uma análise dos convocados, com quem deve permanecer e quem deve sair da Seleção.

2014 neles (Mandaram bem e merecem continuar na Seleção)

- Pato – Não inspira confiança. Ainda não é o goleador ideal para substituir Romário e Ronaldo. Talvez nem venha a ser, mas nos dias de hoje é titular absoluto.
- Neymar e Ganso – A dupla do Santos não brilhou. Mas continua sendo a grande aposta do futebol brasileiro.
- Lúcio – Voltou a ser o xerife da zaga, mas a idade pode pesar nos próximos anos.
- Thiago Silva - É sem dúvidas um bom zagueiro e quem sabe convivendo com o mestre Lúcio não possa ser um bom comandante para a zaga em 2014. Perdeu penalti ontem, mas pelo menos chutou na direção do gol.
- Lucas – O garoto foi tímido em alguns momentos, porém mostrou mais vontade do que alguns titulares.

Abre o olho, Mano! (Eles têm crédito, mas não podem mais vacilar)

- Júlio César- O goleiro falhou feio contra o Equador e desta vez não foi decisivo na disputa de pênaltis. Por seu histórico ainda merece ser titular, mas a cada falha as sombras de Victor e Jefferson aumentam sobre o arqueiro da Inter de Milão.
- Daniel Alves – Depois de alguns anos havia conseguido barrar Maicon, mas na primeira competição oficial como dono da camisa 2 o lateral do Barcelona não foi bem e perdeu vaga para seu antecessor.
Fred – Um gol salvador contra o Paraguai. Foi um dos quatro que perderam pênalti, pode pesar contra.

Fica na Argentina (Foram mal na Copa América, não vão fazer falta)
- Robinho – Andou esquentando o banco, reclamou, mas acabou voltando ao time. Terminou a Copa América jogando de meia. Pode perder espaço para Lucas.
- Lucas Leiva e Ramires – Depois de Felipe Melo, Josué e etc, a atua dupla de volantes era uma das grandes esperanças dessa nova Seleção. Um dos dois precisa sair e dar lugar para um verdadeiro cão de guarda.
- Elano - Jogador mediano que não acrescentou em nada na competição.

Não comprometeram

Não compremeteram aqueles que não entraram em campo, pois, todos que disputaram as partidas tem sua parcela de culpa na eliminação, alguns mais, outros menos, mas todos contribuiram para o futebol medíocre apresentado pelo Brasil na competição e pelo vexame na eliminação.

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Lista do Mundial Sub-20 está fechada

Por Daniela Caldeira,

A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) divulgou nesta sexta-feira a lista dos 21 jogadores que disputarão o Mundial Sub-20, de 29 de julho a 20 de agosto, na Colômbia.

Da primeira lista, cinco atletas foram cortados. O meio-campo Roni (Criciúma), o atacante Sebá (Cruzeiro), o atacante Diego Maurício (Flamengo), o meio-campo Felipe Anderson (Santos) e o atacante Roberto Firmino (Hoffenheim), que não foi liberado pelo seu clube e já estava cortado.

Da seleção campeã do Sul-Americano Sub-20, as novidades são: o volante Allan (Vasco), o atacante Dudu (Cruzeiro), o atacante Philippe Coutinho (Inter de Milão), o goleiro César, o zagueiro Frauches e o atacante Negueba (todos do Flamengo).

Allan, César, Frauches, Galhardo e Coutinho são conhecidos dos torcedores cariocas

Veja a lista dos 21 convocados:

Goleiros: Aleksander (Avaí), César (Flamengo) e Gabriel (Cruzeiro)
Zagueiros: Bruno Uvini (São Paulo), Rodrigo Frauches (Flamengo), Juan e Romário (Internacional)
Laterais: Alex Sandro e Danilo (Santos), Gabriel Silva (Palmeiras) e Rafael Galhardo (Flamengo)
Volantes: Allan (Vasco), Casemiro (São Paulo) e Fernando (Grêmio)
Meias: Alan Patrick (Shakhtar Donetsk), Dudu (Cruzeiro) e Oscar (Internacional)
Atacantes: Philippe Coutinho (Inter de Milão), Henrique e Willian (São Paulo) e Negueba (Flamengo)

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Brasil aposta em figuras conhecidas nos Jogos Militares

Por João Oliveira
Enquanto alguns treinadores tentam disciplinar jogadores famosos como Ronaldinho Gaúcho, Adriano e Fred, outros atletas conhecidos no futebol carioca seguem uma cartilha de comportamento militar, literalmente. Os sargentos Bruno Carvalho e Fábio Augusto vão representar o Brasil nos 5° Jogos Mundiais Militares, que começa nesta sexta-feira, no Rio de Janeiro.
Assim, identificados pelas patentes, os dois podem até passar batidos pelo público que vai poder acompanhar a estréia do time de futebol do Brasil, às 10h, contra a Argélia, em São Januário. Mas basta exercitar um pouco a memória para descobrir que os dois sargentos já tiveram seus nomes gritados por torcidas de grandes clubes.
Bruno Carvalho: figurinha conhecida no futebol carioca

Bruno Carvalho já jogou nos quatro grandes do Rio, além do América. O lateral-direito revelado no Vasco já teve a oportunidade de levantar uma taça representando o país, no Mundial Sub-20 de 1993, disputado na Austrália. O jogador foi titular numa equipe que também tinha o goleiro Dida e o atacante Jardel.
Já Fábio Augusto começou no Flamengo e passou por Botafogo e Corinthians. Ao contrário de Bruno Carvalho, que já se aposentou do futebol profissional, o meia de 38 anos ainda tenta a sorte em clubes de menor expressão no cenário nacional. Sua última competição oficial foi o Campeonato Paulista da Série A3, quando atuou pelo Paulínia.
Esta não é a primeira vez que jogadores profissionais atuam por times das Forças Armadas. Considerado o maior atleta do século passado, Pelé faz questão de contabilizar os 22 gols que fez pela seleção do Exército na contagem dos seus mais de mil gols. A experiência da dupla Bruno Carvalho e Fábio Augusto é um dos trunfos da equipe brasileira, que está no grupo A da competição, ao lado de Argélia, Suriname e Uruguai.
Outra curiosidade que envolve essa estréia do Brasil nos Jogos é que por conta da partida, o treino do Vasco foi transferido para a casa do maior ídolo de seu maior rival, o CFZ, clube de Zico. Além de São Januário, o Engenhão e o estádio Giulite Coutinho, do América, também vão receber jogos da competição.

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Neymar encanta Larissa Riquelme

Por Daniela Caldeira,

A mais nova do mundo da bola é que Larissa Riquelme, conhecida mundialmente na Copa da África, em 2010, como a musa paraguaia, está interessada em Neymar. Sim, Larissa se diz atraída pelo atacante do cabelo moicano, o acha lindo e quer conhecê-lo melhor, já que só o conhece “por foto”.

Formam um belo casal?


Quando li essa notícia, me perguntei por muitas vezes se eu que tenho problemas por não achar Neymar bonito ou se o dinheiro que alguém ganha faz da pessoa uma criatura apreciável. Uma mulher que se torna famosa por guardar um celular no seio siliconado não pode ser levada a sério. Mas o engraçado é que muitas meninas concordam com ela. Onde esse mundo vai parar? Sou da época em que musos de seleções eram Leonardo, Owen, Beckham (esse último, então...) Não consigo entender.

E depois da vitória de ontem, contra o Equador, por 4 a 2, o adversário do Brasil nas quartas-de-final será o Paraguai, seleção do coração de Larissa. Se Neymar oferecer um beijinho, será que a paraguaia torce para a Seleção canarinho? Volto a dizer que não entendo como alguém que tem o Roque Santa Cruz no time vai reparar no magrelinho brasileiro.

Se Larissa quis aparecer, conseguiu, mais uma vez. E se ela diz que o acha bonito pela conta bancária dele, ela está coberta de razão. Afinal, daqui a alguns anos não terá silicone que a faça ficar na moda e ela vai precisar de um sustento. Olha o gosto, Riquelme!


Agora o bicho vai pegar

Por Claudia Magalhães,


E hoje, às 21:45 é que o bicho vai pegar. O Brasil pega o Equador e precisa pelo menos de um empate para seguir na competição.

A seleção comandada por Mano Menezes, que possui apenas 2 pontos e ainda não convenceu com seu futebol, tem na noite de hoje uma grande responsabilidade: passar às quarta de final da Copa América. Em caso de empate a seleção canarinho garante a vaga como segundo melhor terceiro colocado, já para ser o primeiro do grupo a situação é mais complicada, o Brasil precisa vencer por dois ou mais gols de diferença e ainda torcer por empate entre Venezuela e Paraguai.
Mano Menezes
                                             
Mano, segue fazendo mistério com a escalação, mas o que realmente esperamos é que o futebol surpreenda, pois ninguém esperava uma Copa América tão carente de bom futebol como essa. E dizem as más línguas que a cabeça de Mano Menezes está a prêmio e que em caso de eliminação na Copa América, a situação dele, que não está muito confortável, ficará realmente ruim. Agora, o que nos resta é ficarmos ligadinhos na TV hoje a noite e ver o resultado do jogo.

domingo, 10 de julho de 2011

Foi um sufoco!

Por: Daniela Caldeira


Fred comemora seu gol, o do empate do Brasil

Logo no começo da partida com o Paraguai, o Brasil levou um baita susto. Aos dois minutos, Roque Santa Cruz recebeu bola de Barrios e perdeu um gol incrível, de cara para Júlio César, na marca do pênalti. Com quatro minutos e bola rolando, o primeiro tumulto: Neymar tentou driblar Véron e o jogador paraguaio lhe deu um tapa no rosto.

O Paraguai se portou melhor no começo da partida, anulando as jogadas de ataque do Brasil e criando algumas jogadas. A melhor oportunidade brasileira saiu aos 19 minutos, com bola de Jádson para Pato, que entrou sozinho na área, em ótima condição de marcar. Mas o atacante quis driblar o goleiro, sem sucesso, desperdiçando a jogada.

O Brasil seguiu displicente, tentando jogadas bonitas, mas nada eficazes. Os jogadores do Paraguai continuaram anulando – e bem, as jogadas brasileiras. O jogo ficou equilibrado, mas não era dos melhores.

Aos 38 minutos da primeira etapa, em lance isolado, Jádson, que um minuto antes poderia ter sido expulso, deu um chutaço de longe e a bola foi no cantinho do gol adversário. O Brasil abriu a contagem, mas não respirou, já que o Paraguai continuou pressionando.

No segundo tempo as ações começaram equilibradas. Aos nove minutos, Neymar conseguiu se livrar de um paraguaio e bateu de longe para o gol, mas a bola foi por cima da meta. No minuto seguinte, empate da albirroja. Em bobeira da defesa canarinho, Roque Santa Cruz recebeu bola no meio da área e chutou de modo certeiro. Após o gol, só deu Paraguai, com alguns lampejos brasileiros. Aos 22 minutos, virada paraguaia. Daniel Alves falhou, deixando Valdez livre para receber bola na área e chutar. A bola ainda bateu em Lúcio, mas sobrou novamente para Valdez, que não desperdiçou a chance. O Brasil conseguiu criar algumas situações na seqüência, mas a forte marcação do adversário e o goleiro Villar impediam o empate. Com o jogo se encaminhando para o final, a torcida paraguaia, maioria no estádio, começou a gritar “olé” a cada passe trocado pelos jogadores da sua seleção e também vaiou Neymar.

Aos 39 minutos, grande chance do Brasil. Elano chutou com muito perigo e Villar salvou com um toque o que seria o empate brasileiro. Com 44 minutos do segundo tempo, Fred, que havia entrado há 8 minutos na partida, recebeu bola de Ganso, girou e chutou para igualar o marcador. Gol do alívio brasileiro, que depois do apito final comemorou o empate como se fosse um título.

Ficha técnica da partida
Brasil 2 x 2 Paraguai
Local: Estádio Mario Alberto Kempes
Árbitro: Wilmar Roldán (COL)
Gols: Jádson 38’ – 1º T  e Fred 44’ – 2º T (Brasil); Roque Santa Cruz 10’ – 2º T e Nelson  Haedo Valdez 22’ – 2º T (Paraguai)
Cartões Amarelos: Daniel Alves, Lucas Leiva, Jádson e Alexandre Pato (Brasil); Riveros e Lucas Barrios (Paraguai)
Cartões Vermelhos: -

Brasil: Júlio César, Daniel Alves, Lúcio, Thiago Silva,André Santos; Lucas Leiva, Ramires (Lucas), Jádson (Elano), Ganso; Neymar (Fred) e Pato.
Técnico: Mano Menezes

Paraguai: Villar, Verón, Da Silva, Alcaraz, Torres, Vera; Riveros (Victor Cáceres, Ortigoza, Estigarribia (Matinez); Santa Cruz e Lucas Barrios (Haedo Valdez).
Técnico: Geraldo Martino

domingo, 3 de julho de 2011

É assim que se faz

Por: Daniela Caldeira


Se na Copa América, na Argentina, a Seleção principal fez um jogo para lá de sonolento, o mesmo não se pode dizer da Seleção sub-17, que enfrentou o Japão pelas quartas-de-final do Mundial da categoria, no México.


O Brasil começou melhor a partida e aos 12 minutos do primeiro tempo, Guilherme, meio-campo do Vasco, apareceu bem no ataque, deixando a impressão de que o jogo seria fácil para os brasileiros. E essa impressão se confirmou quando aos 15 minutos, Léo, atacante do Cruzeiro, fez de cabeça o primeiro gol do Brasil, após jogada de escanteio.


O time canarinho seguiu dominando as ações, com destaque para Adryan, atacante do Flamengo e Ademílson, do São Paulo, que joga na mesma posição. Adryan estava com tanta vontade que, depois de uma entrada violenta em um zagueiro japonês, levou cartão amarelo e vai desfalcar a seleção na semifinal. A primeira etapa teve fim e assinalou mais posse de bola do Brasil, mas com o placar de 1 a 0, apenas.


Adryan, destaque do Brasil, disputa jogada com  japonês


O segundo tempo começou movimentado para ambos os lados, mas a Seleção Brasileira ampliou logo aos dois minutos, com Ademílson, depois de falha bizarra da defesa japonesa em um cruzamento na área. O atacante do tricolor paulista ainda perdeu, logo nos minutos seguintes, duas ótimas oportunidades de transformar o placar da partida em goleada.


Aos nove minutos, o Japão, por meio de Ishige, colocou uma bola no travessão. Já aos 14 minutos o Brasil tranqüilizava sua torcida com um golaço de Adryan, que driblou um zagueiro japonês e chutou pro gol consciente, cheio de categoria.


O domínio brasileiro no jogo era absurdo e tudo parecia caminhar calmamente para a classificação para a semifinal. Mas aos 32 minutos, gol do Japão. Em cruzamento na área do Brasil, Nakagima apareceu de surpresa e empurrou a bola para a rede. Após o gol sofrido, o Brasil tentou se segurar, mas o Japão partiu para o tudo ou nada. O goleiro Charles, do Cruzeiro, até então sumido, começou a trabalhar, fazendo boas defesas. Aos 43 minutos, o time oriental diminuiu a vantagem verde e amarela. Hayakawa aproveitou a sobra, depois do chute de Iwanani no travessão, e deixou a partida tensa. 


O final do jogo foi eletrizante e aos 44 minutos, os nipônicos quase empataram. A partida parecia demorar uma eternidade e o time de olhinhos fechados estava atento e deu um susto nos brazucas, aos 47 minutos, mas Charles levou a melhor. Um minuto depois, o árbitro encerrou a partida, para alívio brasileiro e tristeza dos japoneses, que choraram muito após o apito final.


O próximo confronto da Seleção Brasileira é contra o Uruguai, que venceu o Usbequistão por 2 a 0. A partida será válida pela semifinal do Mundial. Hoje, Alemanha e Inglaterra, França e México, decidem quais serão os próximos semifinalistas.

Marta dá show e faz a Noruega dançar

Por João Oliveira,
A melhor jogadora do mundo demorou um pouco mais para “estrear” na Copa do Mundo de futebol feminino. Marta não brilhou na primeira partida do Brasil, contra a Austrália. Mas se o objetivo era se poupar no início do torneio para dar brilhar depois, valeu à pena esperar pelo show dado por Marta neste domingo, na partida contra a Noruega.
A craque brasileira fez dois gols, um deles um golaço, e deu passe para Rosana marcar outro. A vitória garantiu o Brasil na liderança do grupoD do Mundial com seis pontos, além de carimbar o passaporte da seleção para a próxima fase.
Marta comanda a festa das meninas

Além de ser decisiva, Marta mostrou toda a sua habilidade, despejando seu talento com a bola em campo. Se o melhor do mundo no futebol masculino, Messi, não consegue repetir na seleção argentina as jogadas e os gols que faz pelo Barcelona, a melhor do mundo no feminino ajuda o Brasil a ser uma das grandes forças desse Mundial.
A atuação de Marta contagiou a equipe e deu confiança às jogadoras, que aproveitaram para dançar muito nas comemorações dos gols. A seleção brasileira volta a campo na próxima quinta-feira, para enfrentar Guiné Equatorial. Uma nova vitória garante a liderança do Brasil na chave e a alegria das meninas, que vão precisar de criatividade para criar coreografias para tantos gols.  

Osso duro de roer: Brasil joga mal e empata com a Venezuela

Por João Oliveira,
Nem Pato nem Ganso, o maior destaque do sonolento empate de 0 a 0 entre Brasil e Venezuela foi um cachorro vira-lata que invadiu o campo no primeiro tempo de jogo. Se enganou quem achava que a vitória seria fácil, assim como chutar um cachorro morto.  A seleção brasileira foi inofensiva como um poodle e deixou a torcida com furiosa. Se não fizer seus jogadores entrarem nos próximos jogos com a ferocidade de um pitbull, Mano Menezes corre o risco de ser eliminado precocemente da competição e voltar da Argentina demitido, com o rabo entre as patas.

Cachorro invade jogo do Brasil


Após o surpreendente empate da Argentina com a Bolívia, na abertura da Copa América, esperava-se que o Brasil fosse tomar o tropeço do rival como exemplo e entrar mais atento em campo. Mas não foi o que se viu. Com um Ganso ainda fora de forma e um Neymar longe de assumir a responsabilidade de comandar o time em campo, Alexandre Pato foi o melhor jogador brasileiro em campo, mas não conseguiu resolver sozinho, já que atuou um pouco isolado no ataque. O resultado foi justo, graças à falta de objetividade do Brasil, que tocou muito a bola, mas efetivamente ameaçou pouco o adversário.
A seleção brasileira começou assustando. Logo aos cinco minutos de partida Neymar recebeu a bola de Pato, dentro da área, mas perdeu a bola depois de tentar driblar o zagueiro, ao invés de chutar pro gol.      
O bom início enganou quem achava que a partida seria fácil. A seleção brasileira tinha a posse de bola, mas não era efetiva. Neymar e Robinho se revezavam pelas pontas e ficaram um pouco distante de Alexandre Pato, que se posicionava mais perto da área. Faltava velocidade no ataque, principalmente daqueles que se esperava mais nesse quesito: Neymar e Robinho.  
O jogo seguia em ritmo tão lento, que o goleiro Júlio César praticamente não trabalhou no primeiro tempo. A tranqüilidade na defesa quase se transformou em desatenção, quando Thiago Silva se enrolou na saída de jogo e quase entregou o ouro para o adversário.
A seleção brasileira só voltou a assustar aos 27 minutos, com Pato, o jogador mais participativo do primeiro tempo. O atacante do Milan chutou uma bola no travessão e por pouco não abriu o placar. O Brasil só chegou com perigo de novo dez minutos depois, com Robinho. O camisa sete tocou na saída do goleiro, mas o Vizcarrondo tirou em cima da linha. Os brasileiros pediram pênalti, alegando toque de mão do zagueiro, mas na verdade a bola pegou no peito do venezuelano. Neymar ainda teve uma chance aos 45, mas o goleiro desviou o arremate do santista para fora.
O segundo tempo começou bem parecido com o primeiro. A grande diferença é que a Venezuela começou a sair para o jogo. Rondón ficou muito perto de marcar após cruzamento na área. Para a sorte brasileira, Júlio César se antecipou e praticamente tirou a bola da cabeça do atacante adversário. Rondón voltou a aparecer três minutos depois, mas dessa vez se destacou mais pelo seu péssimo talento como ator, ao tentar cavar um pênalti. O juiz aplicou-lhe um cartão amarelo, com justiça.
A primeira boa jogada brasileira na etapa complementar veio mais uma vez com Alexandre Pato, após uma boa aparição do tímido Ramírez, mas o brasileiro foi travado quando finalizava para o gol.
Sentindo a necessidade de alguém para fixo na área, Mano Menezes lançou Fred, no lugar de Robinho, mas a alteração não surtiu muito efeito. Tanto é que pouco tempo depois o treinador tirou Pato para colocar Lucas, do São Paulo. O jovem atacante tinha seu nome gritado nas arquibancadas, mas também não conseguiu resolver os problemas da seleção.
O Brasil terminou o jogo desorganizado, tentando pressionar a Venezuela, mas continuou pecando no último passe, e, principalmente nas finalizações. Agora, Mano tem quase uma semana para corrigir esses erros e preparar a seleção para um desafio contra um adversário mais forte, o Paraguai. O confronto será no próximo sábado, às 16h, em Córdoba.
Ficha do jogo:
Brasil: Júlio César, Daniel Alves, Lúcio, Thiago Silva e André Santos; Lucas Leiva, Ramires (Elano) e Ganso; Robinho (Fred), Neymar e Alexandre Pato (Lucas).
Técnico: Mano Menezes
Venezuela: Vega, Rosales, Perozo, Vizcarrondo e Cichero; Rincón, Lucena, González (Di Giorgi) e Arango; Fedor (Maldonado) e Rondón (Moreno). 
Técnico: César Farias
Cartões amarelos: Thiago Silva (Brasil); Rondón, González, Moreno (Venezuela)

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Neymar vai atrás do Tri

Atacante do Santos assume o papel de protagonista na Seleção e pode coroar um ano impecável


Por João Oliveira,
A seleção brasileira ganhou quatro das últimas cinco edições da Copa América. É a atual bicampeã do torneio, com dois triunfos sobre a Argentina na final. Um deles jogando com uma equipe reserva. Na outra vez aplicando um humilhante placar de 3 a 0. O retrospecto é invejável, a sede de vingança dos argentinos maior ainda. Cenário ideal para aproveitar a pressão sobre os principais adversários e levar a taça pela terceira vez seguida.
Tudo isso seria perfeito se não fosse o início de trabalho nada confiável de Mano Meneses no comando da Seleção. Dono de um discurso muito bacana, o comandante gaúcho precisa tomar cuidado para que suas idéias fiquem só no discurso e se transforme em um simples treinador de entrevistas coletivas. Afinal a torcida brasileira não precisa de um media trainning.
Apesar da inconstância contra adversários fortes e da falta de um padrão de jogo definido, a seleção canarinho conta com a genialidade da dupla Neymar & Ganso e com uma zaga sólida. Aqui vale um espaço especial para o atacante de cabelo moicano do Santos. Neymar tem sido o principal jogador do país, em pouco mais de um ano como titular absoluto do Peixe. Só neste ano, já levou dois troféus continentais. A Libertadores e o Sul-Americano Sub-20. Sem contar o Campeonato Paulista.
A Copa América pode ser um divisor de águas na trajetória dessa “nova” seleção.  Um mau resultado vai pressionar bastante o grupo que é muito jovem. Já em caso de vitória, os garotos podem ganhar confiança, quesito fundamental para o andamento do trabalho.
Em um momento de transição o que o Brasil mais precisa é ir bem na Copa América para ter a tranqüilidade necessária para encontrar o equilíbrio entre a força do conjunto e o talento individual.
Goleiros: Julio César (Inter de Milão-ITA); Víctor (Grêmio) e Jefferson (Botafogo);
Defensores: Lúcio (Inter de Milão-ITA), Thiago Silva (AC Milan-ITA), Luisao (Benfica-POR), David Luiz (Chelsea-ING), Daniel Alves (Barcelona-ESP), Maicon (Inter de Milão-ITA), André Santos (Fenerbahçe-TUR) e Adriano (Barcelona-ESP);
Meias: Lucas Leiva (Liverpool-ING), Sandro (Tottenham- ING), Ramires (Chelsea-ING), Elias (Atlético de Madrid-ESP), Elano (Santos), Jadson (Shakthar Donetsk-UKR), Lucas Moura (São Paulo) e Paulo Henrique Ganso (Santos);
Atacantes: Robinho (AC Milan-ITA); Alexandre Pato (AC Milan- ITA); Fred (Fluminense) e Neymar (Santos).

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Copa América: Os Belos e as Feras da competição

Por: Daniela Caldeira e Claudia Magalhães

É inegável que o talento dos jogadores salta aos olhos de quem assiste futebol. Mas é inegável, também, que quando nós, mulheres, assistimos futebol, conseguimos enxergar bem mais que isso. Sempre que há uma competição de seleções, o burburinho é certo: tem jogador bonito!


E como estamos em época de Copa América, vamos juntar a “fome com a vontade de comer” e selecionar o melhor de cada país. Para fazer justiça, montamos uma outra lista, a das “feras” da bola. Sim, falaremos dos craques, dos talentos.


Mas fera, para a gente, também tem outro significado...Confira!


Brasil
Vamos começar pelo “produto nacional”, a Seleção Brasileira. Já foi o tempo em que escolhíamos o bonitão de maneira rápida e fácil. As menininhas vão dizer que Neymar e Pato são bonitos, mas nos desculpem, nós nos recusamos a afirmar isso. Nos arriscamos a dizer que nossa seleção tem homens simpáticos, mas não os chamaríamos de “musos”. E, já que precisamos escolher um, vamos de...

Júlio César

O goleiro é o escolhido. Tem bom porte e é bonito. Pode não ser o mais lindo de todos, mas é “o que tem pra hoje”. No meio dos representantes brasileiros, então, é rei.



Argentina

Passando para nossos, rivais, sem delongas, vamos ao “muso” argentino. E olha...foi mais fácil que escolher um brasileiro! Direto ao ponto, o eleito é...

Fernando Gago

Por que? Ah, porque ele é bonito, olhem a foto e concordem conosco. Nesse quesito, a Argentina larga na frente do Brasil.




Bolívia
Bem...a Bolívia? Vamos lá.


É isso. Foi o melhor que encontramos, hein!



Colômbia
Depois de toda beleza boliviana exposta acima, passemos a Colômbia. Confessamos que, nesse caso, pesou também o quesito “futebol”, porque a coisa foi difícil!

Falcão García

Não é aqueeeeeela Brastemp, mas até que passa, né?!


Paraguai
Quando pensamos em Paraguai, só pensamos em um nome. E, para o bem de todos (ou todas), ele ainda faz parte da Seleção do país. Quando ele não mais estiver no grupo, o futuro da seleção paraguaia é de horror. Vamos ao belo da vez...

Roque Santa Cruz


É produto paraguaio, mas é legítimo!



Costa Rica
Para economizar palavras, vamos às imagens:



A coisa está tão feia(literalmente!) na Seleção da Costa Rica que a página deu erro.



Uruguai
Na Seleção Uruguaia, um velho conhecido dos brasileiros é, ainda, o melhor de lá (no nosso quesito, claro!).

Diego Lugano

Quando ele faz cara de doidinho, fica melhor ainda. Ai, ai...



México
Nas ausências de Chicarito Hernández e Rafael Márquez (os “menos piores”), não sobrou quase nada. Mas ainda achamos um. É bem verdade que não é “o cara”, mas...

Hiram Mier

Você conhecia? Sabia que ele jogava no Monterrey, do México? Então aprendeu, viu?!


Equador, Venezuela, Chile e Peru

Por motivo de força maior, apelaremos para a imagem, mais uma vez.


Nem juntando as quatro seleções conseguimos “montar” algo que servisse.


Nossa, nunca pensamos que fosse tão difícil escolher doze jogadores bonitos em doze seleções. Tomara que o nível técnico da Copa América não seja parecido com o nível da beleza dos seus atletas, porque senão é melhor arrumar outra coisa para fazer. É em uma hora dessas que nós desejávamos estar na Europa. Seria muito melhor falar de Cristiano Ronaldo, Fernando Torres, David Villa, Piqué... Mas mesmo assim, viva o Brasil e boa sorte para a Seleção Canarinho na Copa América. Pra cima deles, Brasil!




Feras da Copa América

Se o que é bonito é para se mostrar, porque não darmos espaço também aqueles que sofrem da ausência de beleza. Afinal, a beleza é algo tão raro na Copa América que o difícil foi encontrar apenas uma fera em cada seleção. 


Brasil


Melhor nem render muito sobre o que temos na seleção brasileira, pois a situação está precária, e foi bem difícil escolher.



Lúcio
E mesmo sendo com adversários a sua altura, o zagueiro Lúcio conseguiu superar todos os outros e ganhou no quesito fera. E essa carinha ‘fofa’ da foto ajudou muito na escolha dele.


Argentina
Nossos Hermanos possuem larga vantagem neste quesito.

Carlitos Tevez
Dispensa comentários, quando encerrar a carreira tem lugar garantido no circo de horrores.




Bolívia
Mamão com açúcar achar a fera. A ausência de beleza reina nesta seleção.           

Joselito Vaca
                                
         O meia da equipe boliviana conseguiu se destacar entre tantas feras.


Colômbia
Muito fácil encontrar a fera colombiana.
Hugo Rodallega
Pelo menos estilo ele tem.

Costa Rica
A seleção que foi convidada para participar da Copa América não possui nenhum destaque em se tratando de futebol, mas em falta de beleza ela reina de forma absoluta.
Eis o eleito.
Francisco Calvo
Possui um olhar super sexy! Só não conseguimos descobrir para onde está olhando.


Paraguai
O único que não participa desta vasta lista é o belíssimo Roque Santa Cruz, porque tirando ele, os demais candidatos ...
Victor Cárceres
Sim, ele merece (e muito) uma vaga nesta eleição.


Uruguai
Foi bem difícil eleger uma fera, mas se pelo lado dos belos temos (com méritos) o Diego Lugano, temos também um Diego para representar as feras.
Diego Fórlan
Destaque pelo bom futebol e só.


México
É mais fácil gostar da comida apimenta do México do que encontrar apenas uma fera.
Mas aí está o melhor (ou pior) que achamos
Fernando Navarro Móran
            Detalhe para tentativa (frustada) de uma cara sexy na foto acima.


Equador
Ahhh O Equador ...  Só Jesus na causa, como tem jogador feio hein.
Vamos ao eleito.
Giovanni Caicedo
Destaque para o olhar de predador.


Venezuela
O primeiro adversário do Brasil nesta Copa América não assusta no futebol, mas em se tratando de feiúra, poderia ganhar o título de ‘assustadores de criancinhas’.
Juan Arango
         Seria uma versão atual do Tropeço?


Chile
Chegamos ao Chile, onde todos são praticamente iguais. Mas um, em especial, chamou nossa atenção.
Aí está o ‘muso’ as avessas.

Humberto Suazo
Uma mistura de Ruy Cabeção e ET de Varginha.


Peru
Devagar, é preciso muita calma para achar uma fera entre tantos jogadores que são desprovidos de beleza.

Santiago Acasiete
Isso morde?

É isso...Foi uma tarefa bem difícil, mas para nós, missão dada é missão cumprida. Fizemos uma seleção criteriosa entre os desprovidos de beleza e conseguimos montar uma seleção dos horrores, e vamos combinar, selecionamos feras para todos os gostos.
Esperamos com muita sinceridade que o nível do futebol seja muito melhor que o nível dessas feras.